Vídeo: Pezão x Andrei Arlovski

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Video da Luta: Mark Hunt x Roy Nelson

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AO VIVO - Bahia x Atlético-MG

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Maracajá: O Mito do dirigente ultrapassado

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Karatê Tradicional da Bahia

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sábado, 29 de março de 2014

Serrano surpreende e dificulta mais que o Vice. BBMP!


Em primeiro lugar, parabéns ao PRIMEIRO CAMPEÃO BRASILEIRO da história do nosso futebol nacional, pela passagem dos 54 anos do título. Parabéns a todos os herois do Bahia que venceram, apenas, o Santos de Pelé. O time entrou em campo com uma camisa alusiva ao triunfo. Afinal, 59 é nosso, 88 também, não somos a quenga do lixo, que nunca ganhou de ninguém. 

Em segundo, é claro, parabéns a PRIMEIRA CAPITAL DO PAÍS. Minha Salvador, coroa, mas lindona, continua de pé, mesmo após prefeitos com Fernando José, Mk Góes Cohabita, Lídice, Imabassahi do Metrô (2x), João Henrique do metrô (2x) e agora com o "me defenda Neto" e os milhões da Barra que dissolveram em dias... Agora, vamos ao futebol.


Depois da festa, a realidade. Com um time com 150 desfalques, volta de jogador machucado, maluquice da escalação de Marquinhos Santos e fomos pra cima do Serrano.

Fomos nada. O time meio desordenado não conseguia trocar 3 passes seguidos. Pará não conseguiu substituir Guilherme à altura. Talisca se lascou logo cedo, e o Bahia perdia o jogador que vinha decidindoos últimos jogos. Rafinha entrou e, acreditem, melhorou o time. A correria do meia lançou mais o time pra cima e segurou o lateral direito dos caras. E foi justamente na correria de Rafinha que saiu a jogada do gol. Pela esquerda o meia entrou na correria e cruzou pra trás. Fahel apareceu como elemento surpresa e brocou, pra desespero dos Serranistas e das línguas maléficas de parte da Torcida Tricolor.

O Serrano chutava várias bolas de fora da área e durante várias vezes colocou Lomba pra trabalhar, surpreendendo o goleiro Tricolor, muito mais do que no clássico, Bavice. Grande, Victor Hugo, sempre acertando.

Segundo tempo e o jogo ficou equilibrado... e meio chato. O Bahia perdeu gols incríveis, dentre eles Maxi. Aí, sinceramente, me veio a mente as belas palavras de Lélio Gustavo: volta pra Merda do Vitória!!

Fim de papo, jogo fraco, Bahia na final, esperando de camarote qual Vice iremos enfrentar. Que venha do de Canabrava... foi mais fácil de ganhar :)

Bora Baêa Minha Porra! Vamos rezar pela recuperação de meio time até a final. Talisca, Guilherme, Rhayner, precisam voltar a tempo, pra não comprometer os 2 Bavices da final. Maxi, meu filho, não vá pra merda, não. Mas acerta o pé, "miséra". No mais, segue o barco, e vamos rumo ao 45º título baiano nessa porra!

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Eleições: Bahia divulga edital e regulamento

Pelo presente Edital de Convocação de Eleição, o Esporte Clube Bahia, em conformidade com as leis do país e com seu Estatuto, convoca todos os sócios das categorias remido, patrimonial, contribuinte e fundador, em pleno gozo de seus direitos para participar do processo de eleição dos MEMBROS DO CONSELHO DELIBERATIVO E DA DIRETORIA EXECUTIVA, cuja votação ocorrerá no dia 7 de setembro de 2013 na Itaipava Arena Fonte Nova, nesta capital, entre às 09 e às 17 horas, de acordo com os termos a seguir: 

1) O processo eleitoral obedecerá ao Regulamento de Eleições e ao Estatuto do Esporte Clube Bahia, os quais se encontram disponíveis na íntegra no endereço eletrônico do clube (www.esporteclubebahia.com.br) 

2)Esta eleição tem por finalidade eleger 100 (cem) membros do Conselho Deliberativo, bem como o Presidente e o Vice-presidente da Diretoria Executiva do Esporte Clube Bahia, nas formas estabelecidas s pelos artigos 35 A a 35-X do estatuto do clube, para mandatos a serem exercidos em conformidade com o disposto no artigo 75 do referido diploma. 

3) Estarão aptos a votar todos os sócios do Esporte Clube Bahia, das categorias remidas, patrimoniais, contribuintes e fundador, no pleno gozo dos seus direitos e associados ao clube até o dia 15 de agosto de 2013, e a ser votados todos os sócios das mesmas categorias, e também no pleno gozo dos seus direitos, associados até o dia 07 de setembro de 2012. 

4) Os sócios em débito com o clube deverão regularizar sua situação até o dia 27 de agosto de 2013, comparecendo à sede social do clube, localizada à Rua Dr. José Peroba, 275, Edf. Atlanta Empresarial, salas 807/808, Costa Azul, nesta capital. 

5) Cada sócio poderá concorrer apenas a um único cargo, disputando o pleito por uma única chapa. 

6) A inscrição para o pleito somente será realizada por chapas, no período Compreendido entre os dias 23 e 28 de agosto de 2013, devendo a documentação ser entregue pelo representante da chapa na sede social do Esporte Clube Bahia localizada na Rua Dr. José Peroba, nº. 275, salas 807/808, Edifício Atlanta Empresarial, Costa Azul, nesta capital, no horário de 9:00 às 1700 horas, salvo nos dias 24 e 25, quando o horário de inscrição será das 09:00 às 12:00 horas. 

7) Todos os formulários necessários à inscrição de chapas no processo eleitoral estarão à disposição dos sócios no endereço eletrônico do clube (www.esporteclubebahia.com.br). 

8) Para conduzir o processo eleitoral, nos termos do artigo 35-C do Estatuto do Esporte Clube Bahia, fica nomeada comissão eleitoral formada pelos seguintes membros: 

Jaime Barreiros Neto
(presidente); Rafael Menezes Trindade Barrêtto;
Milton Jordão de Freitas Pinheiro Gomes;
Joseph Rodrigues dos Santos;
Danilo Pessoa de Souza Tavares e
Cyrano Vianna Neto (suplente)
Salvador, 22 de agosto de 2013 

Carlos Rátis 
Interventor do Esporte Clube Ba

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Estatuto do Bahia é registrado em cartório

O novo estatuto do Esporte Clube Bahia, aprovado no último sábado (17), na assembléia geral dos sócios, foi registrado em cartório, nesta quinta-feira (22) e já está em vigor. O documento, que foi aprovado pela maioria dos sócios do clube, na Assembleia Geral realizada no último sábado (17), foi registrado em cartório e publicado no site oficial do clube.  Agora o clube entra no processo eleitoral. 

Quatro nomes são candidatos cotados para disputar o pleito, que acontecerá no próximo dia sete de setembro, feriado da independência do Brasil. Os pré-candidatos são: o empresário e radialista Antônio Tillemont, o político e secretário do atual governo, Fernando Roth Schmidt e o engenheiro civil Rui Cordeiro.

Senhor Ninguém

Um filme exuberante, muitas escolhas possíveis numa trama em que o espectador é convidado a mergulhar em sua própria vida. A idenficacão com a velhice onde nos resta mais memórias que futuro se confunde também com as teorias que explicam o tempo, o universo e sua criação. Tudo envolvendo muita subjetividade e auto-analise em que o protagonista no filme verá que o tempo será seu tormento e ilusão. O amor, a morte, tudo uma grande abstração do tempo ou de quem pensa deter o tempo.

Esse filme irremediávelmente poderia ser útil aos ex-donos do Bahia, os caciques da tribo oligarca que tentam inútilmente voltar ao passado para retomar o Bahia de seus atuais donos, a sua torcida. O Bahia da torcida, Rátis e Jorge Maia, todos agora apareceram no caminho do Bahia porque o tempo amadureceu para um Bahia da torcida e do seu associado. Mas, eles ameçam, esbravejam, tentando em vão voltar no tempo, onde seus paradigmas faziam sentido. Agora, eles estão nus, todos os ex-dirigentes do Bahia podem ser julgados pela torcida. 

Os ex-mandatários sem um identidade própria e corajosa, eram subservientes a um modelo arcaico que agora deu passagem ao novo. "As carolinas" do Bahia não viram o tempo passar e agora divagam acusando tudo e a todos num discurso que não convenceria nem os próprios filhos. Eles se julgam ainda "donos" do Bahia, por isso acham que seu feudo foi tomado. O problema é que esse "feudo" acabou faz muito tempo, eles chegaram a intuir, mas não conseguiram expulsar velhos hábitos rancorosos.

Os senhores ninguém, sem mais seu feudos, querem confundir uma luta da torcida com brigas políticos-partidárias, sem muito fundamento. Jorge Maia não é petista, Rátis também não, muito menos o Dr. Albiane. Numa clara demonstração de amor, a torcida disse com quase 100% não  aos "senhores ninguém", eles  que evitaram a associação da torcida, alijaram do Bahia à sua modernização. Porém, a modernização chegou e os deixaram com os seus velhos paradigmas embotados que não conseguem enxergar o novo,  a não ser o que tinham antes, nada.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Torcida do Bahia inaugura uma nova era

Agora sim, podemos dizer que a democratização no Esporte Clube Bahia é irreversível. Para alegria de quem é Bahia de verdade ou para frustração daqueles que se dizem tricolor, mas que nunca concordaram com a abertura de portas para o torcedor, o "esquadrão de aço", como ficou conhecido em todo território nacional, iniciou uma "nova era".  

A história, a partir de agora, será outra. Cada presidente só poderá ter um mandato e precisará trabalhar duro para convencer o conselho deliberativo de que seus projetos são válidos. Mais do que isso, deverá ter ficha limpa e provar as suas melhores intenções para com o clube. Muda-se o conceito administrativo no clube, ninguém poderá se sentir dono deste porque seu mandato é passageiro. Aliás, nome mesmo o candidato só poderá deixar mediante bom mandato, marcado por títulos e boa condução administrativa. 

Mais do que nunca, todos serão obrigados a entender que o Esporte Clube Bahia só é importante para seu torcedor e sem ele nada tem sentido. Justiça maior não poderia haver, uma vez que foi ela, a torcida, que manteve o Bahia vivo e evitou o seu colapso total após decadência aguda sofrida entre 2003 e 2007. Essa torcida que foi e é capaz de emocionar o Brasil inteiro pela sua fidelidade e amor ao clube. 

Dia 07 de Setembro será um dia histórico, pela primeira vez uma pessoa se tornará presidente de um clube por escolha direta do torcedor, via voto. Será essa data um marco para a democracia no Esporte Clube Bahia, concomitante às comemorações da Independência do Brasil. Uma realidade que nos dá total esperança de um Brasil melhor, mais justo. Mantendo-se distância de uma "leitura romântica", entendo que  poderá o Bahia influenciar outros clubes a medida que se fortaleça no cenário nacional. Potencial para isso, o tricolor tem de sobra, basta observar as arquibancadas e a fidelidade de seu torcedor. 

O Bahia entrará na história do futebol nacional. Apostar no seu torcedor significará, sem dúvidas, dias de glória e conquistas. Reascende a esperança no futebol bahiano, na boa representação nordestina e sobretudo na dignidade do futebol. Todos ganharão com o processo que está acontecendo no tricolor. Parabéns ao grupo "Revolução Tricolor", ao movimento "Bahia da Torcida"  e ao "Grupo de Intervenção". Que tudo dê certo e que outros clubes se espelhem no caso Bahia.

Vinicius Sampaio 

terça-feira, 20 de agosto de 2013

'Bahia vai se livrar do coronelismo'

O jornalista e comentarista esportivo Juca Kfouri, voltou a destacar, nesta terça-feira, 20, o momento que vive o Esporte Clube Bahia, que tem eleições marcadas para o dia 7 de setembro, quando os sócios vão poder eleger o novo presidente para comandar o clube até dezembro de 2014.

Em seu blog, no Portal Uol, Kfouri teceu comentários contra o que chamou de "coronelismo", elogiou o processo de intervenção no clube e relembrou os títulos do Esquadrão. No auge da crise entre o presidente do Bahia e a torcida, o comentarista havia feito duras críticas à gestão de Marcelo Guimarães Filho.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

E.C Bahia: Nota do Grupo Revolução Tricolor

Em um país regido por uma Constituição antidemocrática, que contava com péssimos índices econômicos e sociais, elege-se indiretamente um presidente jovem, prometendo ao povo mudanças reais que viabilizem ser trilhado o caminho da modernidade e da democracia.

Uma das principais propostas dele é a convocação de Assembleia Constituinte, composta por uma larga maioria de partidários seus, com o fim de promulgar Constituição que simbolize a nova era da nação por ele comandada.

Eis que após algum tempo é divulgada a nova Constituição: seria estabelecida a eleição direta para presidente! Muitos se emocionam com a notícia nas ruas e nas redes sociais.

Em contrapartida, a eleição do novo parlamento se dará da seguinte forma: um grupo minoritário de cidadãos (a enorme maioria não está apta a participar do sufrágio, ainda que queira, muito menos a se candidatar) votará na composição completa de um partido político.

Caso este partido obtenha a maioria de votos do grupo, ocupará todas as cadeiras do Congresso Nacional.

É como se a Câmara dos Deputados do Brasil fosse integralmente ocupada por petistas. Ou apenas por tucanos.

Este é o parlamento que realizará a primeira fase da eleição para presidente. E as diretas? Só depois (e olhe lá). Seus membros realizarão uma votação inicial entre os inscritos, que devem ser obrigatoriamente deputados daqueles tempos antigos, com no mínimo dois mandatos completos.

Se dois deles ultrapassarem 1/3 dos votos dos colegas, os cidadãos escolherão diretamente seu presidente entre eles. Digamos entre Lula e Dilma. Ou entre Geraldo
Alckmin e José Serra.

Se, porém, apenas um deles ultrapassar 1/3 dos votos do parlamento de um partido só, o povo escolherá “diretamente” votar no único candidato a presidência filtrado ou votar nulo.

Entenderam os termos?

Pronto. Foi assim que a Nação Tricolor recebeu o “direito” de eleger seu presidente na noite da última terça-feira.

- O Conselho Deliberativo de hoje, composto integralmente pelo grupo da diretoria, filtrará talvez dois candidatos entre conselheiros com dois mandatos, talvez apenas um mesmo;
- Os sócios com direito a voto elegerão um dos dois ou meramente referendarão o candidato com votação majoritária no Conselho, se nenhum adversário tiver mais de 1/3 dos votos;
- O Conselho Deliberativo será eleito depois da Diretoria (é o Conselho anterior que fará os filtros dos candidatos à presidência); a sua eleição se dará em chapa integral (sem proporcionalidade) – a corrente vencedora ocupará todas as cadeiras do órgão, sem oposição.

A proposta apresentada pela Diretoria estranhamente foi diferente daquela apreciada pelo Conselho Deliberativo no ano de 2009, descumprindo assim o anterior Estatuto do clube. O seu artigo 25 prescrevia a competência do Conselho Deliberativo para sugerir ou apreciar proposta de alteração ou reforma do Estatuto, por decisão favorável de maioria simples dos seus membros, encaminhando à Assembleia Geral para apreciação final.

Estranho também o fato de a proposta da diretoria não ter sido similar aos Estatutos do Grêmio e do Internacional, como sempre falou o presidente Marcelo Filho na imprensa. Dentre outros itens, a proposta não continha a eleição proporcional do Conselho, como acontece naqueles dois clubes.

A Revolução Tricolor, por meio de seus membros presentes na reunião da assembleia geral de sócios do clube, propôs:

- a eleição direta dos sócios para o cargo de presidente, sem filtros ou com filtros mais brandos que os supracitados;
- renovação integral do Conselho (ou até parcial: de metade dos seus membros), com eleição proporcional de cadeiras ao número de votos recebidos pela Chapa, viabilizando a pluralidade no órgão e a fiscalização;
- a eleição do Conselho antes dos filtros e da eleição final da diretoria.

Tais propostas foram apresentadas detalhadamente aos presentes na referida reunião. Solicitamos encarecidamente a negociação, notadamente na questão da eleição proporcional do Conselho, mas a diretoria do clube não cedeu e abriu para votação a sua proposta contra as propostas da oposição. Como tinha a maioria no auditório, aprovou as lamentáveis medidas descritas acima, que distanciam o clube da almejada democratização.

A diretoria apenas cedeu na manutenção da carência de 12 meses para o sócio ter direito a voto e de 36 meses para ser votado. Na sua proposta, os prazos eram de 24 meses para voto e 60 meses para a candidatura. Lembramos, porém, que os prazos finais apenas repetem o Estatuto anterior, não significando avanços.

Por falar em sócios, faltou mais uma vez aparecer a lista de adimplentes. Quem eram várias pessoas que não se viu em outras assembleias? Sócios? Desde quando? Bastava a divulgação da lista, conforme requerido ao clube pela Revolução Tricolor, e estas questões poderiam ser respondidas.

Como ponto positivo, ficou a equiparação do Torcedor Oficial do Bahia ao sócio patrimonial, definida como item do Estatuto, pois foi votada pela Assembleia Geral reunida especialmente para a reforma do documento. Esperamos que esta seja a nova porta de entrada de sócios ao Esporte Clube Bahia e que não sejam criadas barreiras severas para a consecução deste avanço.

Apesar do saldo terrível na “renovação” do Estatuto do Clube, registramos que a condução da reunião se deu em termos satisfatórios (ao contrário do que ocorreu em encontros anteriores), tendo sido conferida a oportunidade de voz a todos que protocolaram suas propostas de reforma estatutária. Lamentamos, porém, a pouca disponibilidade da Diretoria para a negociação, que acabou tendo como consequência um Estatuto com disposições que apenas indicam a manutenção de um projeto de poder.

A possibilidade de mudança segue a mesma: ASSOCIAÇÃO. Quanto mais sócios houver, maiores as possibilidades de fiscalização, de voz e da formação de uma chapa que não pertença ao grupo que comanda o clube há décadas para concorrer ao Conselho Deliberativo.

Rogamos que os torcedores oficiais do Bahia busquem exercer os seus direitos, se informem sobre as condições para tanto, e ingressem na luta por um Bahia maior e mais democrático, com eleições diretas de verdade!

ASSOCIAR PARA MUDAR!

SAUDAÇÕES TRICOLORES
--
Revolução Tricolor
ASSOCIAR PARA MUDAR!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Grupo Revolução Tricolor encaminha proposta!

No próximo dia 15/01 podemos ter um momento histórico para o clube, alterando o nosso estatuto e possibilitando a realização de eleições diretas, como já fazem os grandes clubes do Brasil.

Nós, da Revolução Tricolor, protocolamos as nossas propostas no clube, as quais entendemos que vão contribuir com o crescimento do Clube que Nasceu para Vencer.

Junto com a nossa proposta solicitamos a diretoria do clube:

- cópia da proposta de estatuto aprovado no Conselho Deliberativo que irá ser apreciada na Assembléia Geral de Sócios, para que todos os associados tenham conhecimento no que irão votar;

- listagem contendo o nome de todos os sócios adimplentes aptos a participar da assembléia;

Os pontos principais da nossa proposta são:

1 - Eleição direta para presidente do Bahia, podendo votar os sócios com 12 meses de associação e só podendo se candidatar a presidente o sócio com 36 meses de associação.

2 - Eleição proporcional para o Conselho Deliberativo, alterando todo o conselho a cada 03 anos, proporcionalmente ao número de votos de cada chapa.

3 – Regulamentação do Sócio Contribuinte com a permissão  para que o Torcedor Oficial do Bahia (o TOB) com 12 meses de associação possa votar e se candidatar após 36 meses de associação.

Consideramos que com esta proposta teremos um aumento de sócios, permitindo ao clube elevar os seus recursos para torná-lo cada vez mais forte.

Colocamos o seguinte e-mail para sugestões


Nos colocamos a disposição para conversar com torcedores, sócios, Conselheiros e com a Diretoria do Clube buscando sempre avançar para um Bahia mais forte e democrático."


Revolução Tricolor

ASSOCIAR PARA MUDAR!

sábado, 5 de janeiro de 2013

O melhor torcedor do mundo e a democracia


A ansiedade pela estreia de Bahia e Vitória no Campeonato do Nordeste é uma tônica nas redes sociais. A torcida baiana não sabe bem o que esperar de um Bahia e Vitória que não abriram seus clubes e nem se tornaram mais democráticos aos moldes dos co-irmãos nordestinos Sport-PE e Náutico-PE. Os clubes baianos com isso demoram a se encaixar nesse novo conceito de ver o futebol como empreendimento em que não cabem mais aventuras familistas e ligadas a poucos objetivos claros que tornem suas marcas nacionalmente respeitadas.

O campeonato do Nordeste, com transmissão da Rede Interativa e a da Rede Globo, foi um avanço, é verdade, desse arrojo empresarial do Sr. Paulo Carneiro, ex-presidente do Vitória, uma luta árdua da Liga Nordestina, e um grande avanço para o futebol do nordeste, contudo falta aos homens que comandam o futebol a visão institucional que vai além da briga comercial e competitiva por buscas de novos mercados. A torcida baiana não aguenta mais ser mera espectadora de times que brigam para não cair no Campeonato Nacional e que assistem ano após ano o Brasileirão se tornar uma espécie de campeonato espanhol onde a fórmula de disputa é completamente anacrônica para as pretensões de Bahia e Vitória nos moldes ainda coronelistas com que se organizam e pensam o futebol.

Coloquei em razão proporcional o coronelismo do futebol baiano em evidência porque um futebol que não impõe respeito internamente não pode exigir que seja respeitado fora da Bahia. O Bahia, como exemplo, vai para o segundo mandato de seu Presidente, um arrojado rapaz que conseguiu colocar de volta o Bahia na série "A" e recuperar hegemonia regional, mas que fica limitado pela cultura familista local com um pé em velhos métodos de afastar de sua gestão uma modelo de clube mais fiscalizado, transparente e que agregue a sua marca um maior incentivo de seu maior capital: a capacidade de sua torcida se associar e criar receita para o clube em menor dependência de verbas publicitárias de televisão.

Voltando ao exemplo de Recife, o Náutico e o Sport-PE, hoje, são os clubes com maior potencial de crescimento no nordeste em razão de uma mentalidade nova surgida também em Pernambuco de que sem democracia não se pode construir instituições maduras capazes de superar crises cada vez mais ligadas ao mundo do futebol nacional competitivo. A criatividade de novos grupos que chegam ao poder contribuem para a institucionalização assim de uma nova cultura mais solidária com os fins estatutários do clube de avançar sobre as dificuldades nacionais do futebol sem submergir em lutas internas sectárias sem regras de jogo claras para os diversos grupos de interesses no futebol que identificam-se com a grandeza desse esporte maravilhoso. 

O governo federal, inclusive, demonstrou claramente que tipos de clubes poderão sobreviver nesse novo modelo de clube democratizado com claros benefícios fiscais para quem souber transpor esse familismo sectário. Nossos clubes devem superar uma mentalidade de coronelismo que quase sempre pára numa delegacia mais próxima ou coloca a máquina judiciária para trabalhar em plantão judiciário sem possibilidade de se encontrar soluções duradouras para seus propósitos políticos de poder gerar segurança institucional no clube. É possível que em breve a democratização de nossos clubes voltem a emergir em períodos de crise, mas seria muito melhor uma revolução sem armas, com regras limpas e com a criação de uma cultura de valorização do torcedor baiano, o melhor torcedor do mundo. 

Origens da democracia no futebol. Um bom vídeo para seu deleite.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Bahia e Vitória em direção opostas?

Faz algum tempo que não escrevo; estive lendo muito e trabalhando numa causa singela. Porém, nem tudo é flor, e o espinho faz parte de qualquer causa no âmbito jurídico, principalmente quando existe uma história anterior negativa do seu cliente com advogados e a justiça. Mas deixa isso para lá que aqui o escrever é para mim uma espécie de refúgio e bebida.

Para beber melhor esse texto pensei nos últimos jogos do Bahia e do Vitória. Será que há alguma relação entre a boa fase do Bahia no returno e o "baixo" rendimento do rubro-negro no returno?

O time do Barradão esteve como uma britadeira pipocando todo mundo na série "B", já havia entre os eufóricos rubro-negros uma discussão ambicionando a estrela que faltaria na camisa do tradicional time baiano. Desde então "a estrela" virou uma obsessão e o time rubro-negro pareceu perder um pouco o foco da competição. Ninguém ouse questionar que o Vitória não ascenderá, não é isso que está em discussão. Mas, quem vai bancar mais essa estrela e sua discussão se o Vitória perder do ABC?

No Bahia o que se deu foi totalmente o contrário. O time tem duas estrelas, e não precisa discutir nada sobre uma conquista na série "B", uma vez é claro que tem duas estrelas no peito conquistadas na série "A". O problema do Bahia, então, é o peso dessas duas estrelas na camisa e o correspondente futebol que a torcida espera de um time Bi-campeão brasileiro não chegar perto do desejável. Hoje, porém, o Bahia consegue esquecer essa cobrança e jogar futebol, superando limites antes postos por técnicos pouco afeitos a cultura do futebol do nordeste e ao homem nordestino.

Bahia e Vitória, então, co-irmãos, parecem agora chegar a um ponto em que seus destinos podem co-existir sem danos colaterais a ambos. O Vitória chegar a sua ascensão e o Bahia permanecer na série "A", o que seria para o futebol baiano uma motivo a mais para a rivalidade Bahia versus Vitória ganhar uma pimenta a mais no cenário nacional.

Torço para que possamos ter um final de ano com muita fartura para o campeonato baiano, inclusive com a inauguração da Arena Fonte Nova com um digno clássico BaxVi nos bons e velhos tempo de entrarmos juntos pelos mesmos portões do soberano estádio da Bahia.

domingo, 19 de agosto de 2012

ABAIXO A DITADURA DOS GUIMARÃES!

Em Recife não tem "jagunço" para evitar protestos da torcida tricolor contra a diretoria do Bahia! Mesmo que pequena em face do gigantismo das organizadas do Bahia o torcedor tricolor estendeu seu protesto contra a "ditadura dos Guimarães" que ultrajam o espírito dos tricolores mais conscientes de seu papel como construtores de um novo paradigma no futebol baiano.

Nada de absolutismo e familismo no Bahia mais, menos cargos e distinções que não erguem o clube e não o dignificam. O Bahia hoje é um cabide de empregos, uma falsa estrutura que encobre o mandonismo de uma família que se perpetua no poder sem resistência de sua pacífica torcida que se acostumou a rebaixamentos seguidos em campeonatos desde que essa família tomou o Bahia.

O Bahia também não deve servir para doação de títulos nobiliárquicos. Ser conselheiro do Bahia é uma atribuição de cidadãos conscientes da tarefa de fiscalizar, não o atual conselho que assisti de mãos atadas a não prestada contas do ano de 2011, que não questiona a terceirização da divisões de base do clube e a mudança de endereço do clube para Diás D'ávila .

Todas essas questões e muito mais outras podem ser levantadas com mais rigor pelos atuais candidatos a prefeito como o senhor Antônio Carlos Magalhães Neto e Nelson Pellegrino que nada fazem para dignificar o fiel da balança entre ser conselheiro do E.C.Bahia e compactuar com a indecência que se tornou o E.C.Bahia que tem nos envergonhado com exibições de autoritarismo e incompetência.

Chega! Tenho pessoas que quero muito bem no conselho do E.C.Bahia, mas a toda vista este clube precisa de outros cidadãos que não sejam amigos dessa família Guimarães. Afinal, amigos não podem ser bons conselheiros e ao mesmo tempo fiscais de um grupo que age à margem do seu próprio Estatuto e manipulando a mídia contra seus opositores mais dignos.

Nos Aflitos, não teve jagunço, não foram tomar a faixa de protesto da torcida contra essa indignidade de um presidente que prometeu eleições diretas, prestação de contas e um time apto para disputar a Libertadores. O Bahia, na verdade, hoje é uma sombra do que poderia ser pelo potencial de sua torcida, e eles insistem com métodos do tempo das capitanias hereditárias ao ponto de seu presidente se exibir na internet tripudiando da justiça quando os computadores sumiram sem uma explicação.

Chega!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

MGF desvia foco de sua incompetência

Minha torcida querida tricolor, este momento é de extrema tristeza e de consternação geral na nação. Estamos chocados com o que fizeram com o Bahia a luz do dia, foi como um assalto a mão armada ou uma violência que se pareceu com uma agressão às crianças, tal qual como ocorre quando profissionais maduros de mais de 30 anos chegam ao vestiário chorando como se crianças fossem.

O que se discutiu a exaustão sobre os lances do jogo não tenho a acrescentar. Foram erros grotescos e absurdos que nos fazem pensar que existiria alguma armação por trás a fim de prejudicar o Bahia. Mas, até aqui o que eu falo para vocês é somente a voz de um torcedor que está cansado de ver injustiças no futebol, e assistir a cada jogo o Bahia jogando mal, ou se joga bem, é garfador.

Mas, o Bahia não foi só esse jogo! Por isso é preciso refletir como alguém consegue "errar" tanto contra o nosso time em seguidos jogos. Qual o comportamento do time em campo que está favorecendo esses absurdos? Porque, sinceramente, não acredito no fundo do meu coração que alguém venha a campo com interesse de prejudicar o Bahia previamente. Não existe indícios até agora para tanto.

Doravante, tudo que como torcedor esbocei como bom e justo entre tantas colunas, venho pedir a nossa imensa torcida que não cometa qualquer desatino contra a integridade física desse árbitro tecnicamente sofrível. Está se esboçando uma reação violenta muito maior que a incompetência do árbitro caso alguém atinja a integridade física do mesmo. Não podemos partir para a selvageria como se fôssemos animais insanos, afinal trata-se de três pontos que podemos recuperar jogando em casa, haja vista que espero que o time ainda faça por jogar como jogou o segundo tempo contra o Grêmio, aguerrido e pujante.

Voltando ao assunto da violência contra o árbitro. Espalhou-se pela internet que ele moraria em Salvador e já identificaram inclusive o bairro desse cidadão. Rogo-lhes com todo o respeito e como tantos torcedores indignados que como cidadãos não podemos ultrapassar limites éticos e legais muito maiores que uma contenda ou suspeitas que porventura temos. O árbitro já foi punido e suspenso, e a ação da diretoria também deve ser no sentido de reagir por todos os meio legais e investigar até o fim como pode acontecer tal vergonha para o futebol brasileiro.

Hoje, prefiro publicar a imagem acima de confraternização de confrades tricolores da embaixada tricolor em Porto Alegre. Mensagem de que o espírito tricolor e nordestino é maior que qualquer obstáculo.

Quanto a reação do presidente do Bahia

Acredito que vou discordar da maioria nesse ponto. Pois, aonde acaba o torcedor e surge a figura do presidente do E.C.Bahia? É justamente nesses momentos que tem o torcedor que ceder lugar para o presidente de uma instituição maior que ele. Não deveria instaurar entre tantos torcedores a pura índole de desabafo emocional incontido pela raiva e frustração com palavrões. Essa condição de presidente do Bahia é privilegiada, serve como exemplo, e deveria ser melhor pensada pelo torcedor presidente Marcelo Guimarães Filho. A pergunta que ficará é como controlar a fúria da torcida agora toda dirigida para o trio de arbitragem? Na verdade, fúria que deveria ser dirigida para que o Bahia fosse um clube mais profissional e democrático.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

O esgotamento de um modelo arcaico no Bahia

O Bahia como administração proposta pelo seu presidente chegou ao seu limite. A fuga dos propósitos de campanha inicial de Marcelo Filho acabaram por deixar o Bahia como os radialistas expressam com tamanho cinismo ou mesmo ignorância de que a oposição ao grupo que controla o Bahia não tem um projeto. Não faltam projetos ao grupo que se dispõe a transformar o Bahia, porém ninguém quer mais colocar em risco sua integridade física e moral.

Essa página virada da história do Bahia da convenção "Gigante Tricolor", da iniciativa de tricolores colocar uma gestão profissional que fizesse a transição do Bahia arcaico para o tricolor democrático foi abortada pelo atual presidente e o seu grupo. O que tem de verdade sobre a falta de projeto para o tricolor pela oposição é que simplesmente os "donos" do Bahia destruíram com a imposição dos nome dos atuais mandatários.

Esse grupo que comanda o Bahia é o mesmo grupo que não criou alternativas para o projeto "Gigante Tricolor", é o mesmo grupo que obstaculizou qualquer possibilidade de oposição democrática no Bahia com ameaças e agressões físicas. Quem hoje vai se dispor a se aproximar de pessoas que negam alternativas e que dizem "gostar" do Bahia como se fossem elas as mais verdadeiras, as mais absolutas em suas verdades intangíveis?

O problema do Bahia é de caráter, dizem alguns, outros dizem que o problema do tricolor é de uma aproximação com negócios privados de seus dirigentes. O problema do Bahia passa por muitas nuances, mas é principalmente de negação profunda. A questão de que uma mulher ser de um homem foi resolvido históricamente com o patriarcalismo, hoje superado. Mas o problema quanto aos clubes, associações, ficou uma indeterminação.

Ora o Bahia parece ser de uma família e agregados tipo capitania hereditária, ora parece como uma empresa superavitária com gestão moderna como quando contratou o diretor de futebol Paulo Angione. No entanto, na sua base, muitos não percebem que o Bahia continua o mesmo de sempre! O grupo ora dominante decidiu que o tricolor não fosse de uma comunidade madura de homens cujos interesses pelo menos convergissem para um só fim: o uso da marca Bahia para fins tão só em benefício da instituição.

Muitos dirão que isto está na lei, o código civil explicita que as associações não podem ter como fim o lucro dos seus associados; lucro deve se reverter para ela mesma. Contudo, os fatos divulgados quanto a terceirização das categorias de base do tricolor com empresários, administradores e conselheiros do clube envolvidos é a mais pura reprodução cultural da infantilidade da sociedade baiana.

A falta de transição de poder no Bahia será ainda de seus "donos" porque eles foram forjados na mais pura cultura da vontade pessoal de excluir para legitimar desejos privados. Enquanto o homem moderno está mais para a inclusão e somas de esforços, o Bahia continua refém de uma turma que entende muito bem de negócios privados, contudo é incapaz de ultrapassar os ganhos secundários dos ganhos privados que obtém de bajuladores e falsos interesses que não dignificam a institução.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

O time do Bahia é uma farsa

O Bahia não está fazendo a parte dele. Essa é uma conclusão a que a maioria absoluta da torcida tricolor chegou, com raríssimas exceções, justamente o presidente do Bahia e o seu diretor de futebol que pensam que o Bahia vai classificar para a Libertadores.

Essa distância da realidade, alienação mesma dos objetivos do tricolor na competição, é o que a todos chama atenção. O Bahia trouxe Mancine e Klberson, jogadores que talvez até a década passada eram mesmo bons reforços, mas que não é capaz de cuidar da sua base, que é vendida sem estrear sequer no profissional.

A farsa das laterais do Bahia é algo impossível de se acreditar numa gestão de profissinal de futebol. O tricolor não foi capaz de trazer UM LATERAL raozoável, numa posição tão carente e maltrada no time do Bahia por Fabinho e Hélder. Jogadores que estão fazendo o seu máximo fora de suas posições desde o campeonato baiano.

Ora, como diagnósticar o que está ocorrendo no Bahia? Há claramente um Bahia dos dirigentes que querem passar um produto falso para a torcida, esta por sua vez sofrida pelas últimas exibições também quer acreditar na diretoria, que também sabe que a torcida quer se iludir.

Este círculo vicioso é pior ainda entre os dirigentes que contratam e parte da imprensa que pensa estar o futebol da Bahia com redordistas, com grandes atletas de ponta, jogadores que lutarão pela Libertadores... E haja ilusionismo!

A verdade é que o Bahia se tornou apequenado como sua diretoria, passou a formar jogador que nem no time profissional passou e já está vendido para o exterior. Nunca tinha visto isso em um time que se digne de sua tradições como o Bahia fazer negócios em bases tão rasteiras. Talvez o Vasco quando estava na segunda divisão e vendeu Filipe Coutinho.

A coisa, meus senhores, está a cada rodada mais difícil. Os outros clubes já tem há muito tempo seus laterais, os outros clubes grandes já finalizaram os campeonatos paralelos que disputam, e agora o Bahia não vai mais disputar com o Santos "b"! O Bahiae pegará um time do Corinthians e Grêmio com ambições unicamente voltadas para o Brasileirão.

A diretoria do Bahia renovou com Coelho, e agora eu quero saber onde ela vai tirar um coelho da cartola já que o do Bahia está mais para um mágico e ilusionista sem mais grandes truques. Pois, quando falta razão, sobra fé.

Mauricio Guimarães


terça-feira, 19 de junho de 2012

Grupo Revolução Tricolor cobra respeito ao torcedor

Com o título "Uma fábrica de absurdos que nunca pára", o grupo Revolução Tricolor, oposição ao tipo de geranciamento notadamente familiar e anti-democrático dos dirigentes tricolores, cobra mais transparêcia da diretoria tricolor aos valores financeiros das contas do Fazendão, como também melhor crítérios de contratação e tratamento respeitoso aos craques que são criados no tricolor em benefício da associação. O grupo não comunga com os métodos no tricolor que insistem a desmoralizar o Esquadrão diante de sua torcida e dos rivais. Leia na íntegra o manifesto e desabafo da Revolução Tricolor

Mais uma vez voltamos a testemunhar a falta de transparência, falta de ética e de respeito à história do Bahia por parte dessa administração que se estende há mais de duas décadas. A desordem que suas ações provocam no clube, e que, mais cedo ou mais tarde, acabam sempre por vir à tona, mostra explicitamente a verdade: esses pseudo gestores do clube é que são os tumultuadores, os que não prezam pelo bem do clube e os que não respeitam sequer o torcedor que queira apenas torcer.

Afinal, após ganharmos um Campeonato Baiano de nível abaixo do medíocre, passados vergonhosos 10 anos, com as calças na mão, quando antes o fazíamos com um pé nas costas, saltava aos olhos de qualquer um que ama o tricolor a necessidade de reforços bons e para serem titulares incontestáveis. Mas a atual diretoria resolveu ir a Munique, não se manifestar, depois dizer que o mercado estava aquecido e que agora o mercado está sem ofertas. Enquanto isso, sobram inexplicáveis, incontáveis e inacabáveis casos de atletas no Departamento Médico, além das já famosas saídas por deficiência técnica de atletas antes trazidos com pompa. E também um início de ciclo de vendas obscuras de atletas da base, iniciado com Maranhão e agora tornado já escândalo com o loteamento de Filipe.

A teia de interrelações obscuras exposta na matéria sobre a venda de Filipe parece roteiro de filme verdade sobre o submundo da máfia. De início, o valor anunciado da venda e a rapidez na negociação já trazem o cheiro antigo e fétido da falta de transparência nos negócios do nosso tricolor. Mas, como se não bastasse isso para preocupar e estarrecer, entram em jogo (literalmente) uma empresa intermediária nova, localizada no mesmo endereço do principal patrocinador, cujo sócio principal é um policial civil, que se sabe ter estado envolvido em dificuldades econômicas antes de ser “parceiro” do clube, que responde a processos judiciais, que foi nomeado conselheiro do clube em troca nebulosa antes da última eleição, que revela deter direitos de diversos jogadores da base, que diz abiscoitar 20% das transações, que revela ter privilégios nas negociações em função de ter bancado viagem de time da base à Itália, que informa ter negociado Maranhão, que, que, que... Que se passa? Quantas continuações terão desse filme tipo B? Que acordos nebulosos ainda existem? Quem são os responsáveis por esse verdadeiro novelo sem fim? E, principalmente, o que tais práticas trazem de benefício ao clube em termos de sua história, sua decência, sua ética, seu presente em campo e seu futuro?

Será que após testemunharmos todo esse emaranhado de ligações entre diversas áreas é possível alguém ainda dizer que não há relação entre o que acontece no campo com o time e o que acontece nos bastidores com o clube? Será que ainda se consegue tapar o sol com a peneira que um time fraco em campo, com jogadores permanentemente no departamento médico sem esclarecimento real dos problemas, com renovações de contratos descabidas, sem contratação de jogadores de qualidade para as posições carentes, sem aproveitamento e fortalecimento dos atletas da base nada tem a ver com a transparência nas negociações e no destino do dinheiro arrecadado, na democratização de um conselho verdadeiramente fiscalizador composto por sócios interessados na vida do clube, no incentivo à filiação de novos sócios e na adoção de um modo de administrar moderno e adequado à atual realidade?

E para os que acham que a oposição só se manifesta quando há problemas, lembramos que a ação judicial movida pelo tricolor Jorge Maia foi movida no final do ano de 2011, quando não havia nenhuma denúncia desta espécie. Lembramos que o requerimento com sugestões de diretrizes e normas para as assembléias de sócios foi entregue em tempos de bonança. E que o abaixo-assinado on line pela convocação de assembléia para a prestação de contas de 2011 ocorreu antes de qualquer crise. Mas acontece que o volume de absurdos e irresponsabilidades da atual direção é mais veloz, constante e invasivo que qualquer ação no mundo virtual. É em tempo super real.

Fazemos a nossa parte. Falta ampliar a conscientização da torcida e ações concretas e efetivas por parte das instâncias institucionais responsáveis pelas investigações contra tais desmandos administrativos.

Chega de tanto absurdo na condução do nosso clube. É preciso agir todos os que são tricolores: torcida, sócios, autoridades responsáveis. É preciso resgatar o Bahia desse vendaval sem fim de más notícias.

sábado, 16 de junho de 2012

Bomba! Divisões de base do Bahia tem dono

Uma manhã chuvosa, um dia para se deitar e ler, este é um dia certo pra uma reflexão maior sobre os destinos do E.C.Bahia. Que interesses estão por trás de um clube que não oferece aos seus sócios qualquer direito de opositores nem respeita seu próprio estatuto quando suas contas não são apreciadas no devido tempo? Mas, hoje, em especial, uma bomba macula todo o trabalho de Newton Motta e do Presidente Marcelo Guimarães Filho, afinal, a relação dos jogadores das divisões de base do clube estão completamente comprometidas com interesses alheios ao clube, como seus negócios envolvendo recentemente jogadores da base são feitos por um empresário e delegado, pasmem, que também é conselheiro do clube. A matéria é do jornal ATARDE

`A sala 808 do Empresarial Costa Andrade, um prédio comercial situado no Caminho das Árvores, é pequena e acanhada, mas, por trás de sua porta de entrada, negócios milionários começaram a brotar desde que ali se instalou a Calcio Esportes e Investimentos, uma empresa fundada em 15 de abril do ano passado.
Há uma semana, o Bahia anunciou a venda do volante Filipe (foto), promessa de 19 anos, ao grupo do empresário português Jorge Mendes, que agencia as carreiras de Cristiano Ronaldo e José Mourinho. A transação alcançou cifra de 2,2 milhões de euros (cerca de R$ 5,72 mi). O clube ficou com 50% (R$ 2,85 mi) e o empresário Marcos Vinicius, que trouxe o jogador do Cruzeiro para o Fazendão, levou 30% (R$ 1,71 mi). Faltou uma fatia da pizza. Esta coube à Calcio, que abocanhou R$ 1,14 milhão, o que corresponde a 20% do jogador. O curioso é a razão pela qual a empresa teve direito a esta parcela da divisão.
Em junho de 2011, o Bahia levou o time sub-21 para disputar o Torneio Angelo Dossena, na Itália. Sem recurso para custear a viagem, o clube foi bancado pela então recém-fundada Calcio. O dono da empresa é André Silva Garcia, delegado de tóxicos e entorpecentes (DTE) dos Barris –-não bastasse, de acordo com o Estatuto do Servidor Público da Bahia, um funcionário público não pode conciliar a atividade com o cargo de maior cotista de uma empresa.
André afirma: “Ficamos com 20% de Filipe por meio de uma permuta. Financiamos a viagem e recebemos a contrapartida”. A empresa já havia lucrado anteriormente cerca de R$ 400 mil na venda do meia Maranhão para o Cruz Azul, do México, no início deste ano. Segundo o empresário, o valor era referente também a 20% do atleta, que a Calcio conseguiu a partir de outras permutas.
Pouco antes de fundar a empresa, André tinha dificuldades financeiras. Responder a processo de fevereiro de 2011 na Justiça, movido pelo banco Gmac S/A, de uma concessionária Chevrolet, com valor reclamado de R$ 19.281,06. Soma-se a isso dívida de R$ 1.272,81 no condomínio onde mora, segundo consulta ao Serasa. “Não falo sobre minha vida pessoal”, rebateu André.
Ao criar a Calcio, ele estabeleceu como expectativa de faturamento para 2011 –-como forma de ter acesso à linha de crédito de Pessoa Jurídica-– R$ 220 mil, cifra em muito ultrapassada após as negociações de Maranhão e Filipe. O delegado/empresário ainda viria a tornar-se conselheiro do Bahia em polêmica substituição de 58 nomes no final de 2011.
Empresários revoltados
Um documento oficial do Bahia, de janeiro de 2011, em posse da reportagem, comprova que o clube detinha 70% dos direitos econômicos de Filipe antes do surgimento da Calcio (no jornal impresso, há um fac-símile estampando o documento).
Segundo denúncias de fontes que pediram anonimato, pequenos empresários que levam atletas ao Bahia estariam revoltados, pois o clube trabalharia por meio de coação para que os contratos de parceria com a Calcio sejam assinados. Por isso, a empresa deteria porcentagens de cerca de 90% dos jogadores da base. “Temos vários atletas, mas não posso informar quantos por questão estratégica”, confirmou André Garcia.
Presidente contesta: “Não há favorecimento na base do Bahia”
Em relação à atuação da Calcio no Bahia, o presidente do clube, Marcelo Guimarães Filho, foi enfático: “Há duas formas de uma empresa ter porcentagem de um jogador da base do Bahia. Ou trazendo o atleta, ou fazendo um investimento no clube. Este é o caso da Calcio, que ajudou o Bahia e ficou com 20% dos direitos de Filipe”.
Questionado pela reportagem sobre a disparidade de valores entre o tal auxílio (a viagem para a Itália) e a contrapartida que a empresa recebeu, o dirigente rebateu: “Não lembro de cabeça, mas com certeza a Calcio não ajudou só com essa viagem. E esta não é a única empresa que possui vários jogadores no Bahia. Isso é normal no futebol”.
Sobre o delegado André Garcia, dono da Calcio, Marcelo Filho disse que mantém apenas relações profissionais, assim como com outros empresários.
No elenco profissional, a empresa detém 20% dos direitos de dois jogadores titulares: o lateral Madson e craque do Baianão, Gabriel (que acaba de trocar de empresários e é mais um no elenco azul, vermelho e branco a pertencer a Carlos Leite, assim como Titi e Souza, por exemplo).
Relação com a Loja 88
No site da Calcio, na seção de parceiros, chama atenção um anúncio da Loja 88, oficial do Bahia para venda de produtos do clube. Responsável pelo estabelecimento, Paulo Henrique Leitão explica: “O que fazemos com essa empresa e tantas outras é uma parceria. Nós ofertamos promoções de produtos e eles anunciam nossa marca. É uma relação profissional”.
Marcelo Guimarães Filho também comentou o assunto. “São duas empresas privadas (a Calcio e a Loja 88) e eu não posso me meter nesses assuntos. Eles fazem a parceria que acharem conveniente”, afirmou.`

terça-feira, 12 de junho de 2012

MGF: "Está tudo bem."


Em entrevista agora a pouco à equipe da rádio Metrópole o presidente do E.C.Bahia tentou acalmar a irritada torcida tricolor com palavras de ordem do tipo: "o grupo é forte", "confio no grupo", "daremos a volta por cima". Essas expressões foram usadas pelo presidente do Bahia sempre para chamar a atenção da torcida de que está tudo sob controle no Bahia.

O presidente foi questionado sobre reforços para o clube, o tipo de reforços do Bahia caros e pouco eficazes. Porém, Marcelo Guimarães Filhos saiu com evasivas sempre, procurando driblar os entrevistadores com a desculpa de que o mercado não tem deixado opções para o tricolor e que o clube não tem nesse momento dinheiro.

Marcelo Guimarães Filho acabou pedindo mais votos de confiança para a torcida, apontando para um futuro melhor, mas sem apontar soluções para os problemas levantados pela equipe da rádio Metrópole.

O Bahia que terá o desfalque certo de Zé Roberto, por 6 jogos, no próximo jogo contra o Leão pernambucano, quando o tricolor terá a chance de igualar o número de pontos do rubro-negro e sair da zona de rebaixamento.

Vamos rezar muito para que o time de Dalmo Carrera e Erick Cerqueira dê a volta por cima e não nos traga de volta ao pesadelo de voltar a jogar a segunda divisão do time de Dom Diego "sardinha".

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Autópsia da crise no Bahia

Primeiramente, vamos voltar à ascenção tricolor, recapitulando a alegria da torcida com Michael Jackson, Jael, Moraes, Fábio Bahia e Ávine comendo bola e um goleiro em grande forma, Fernando. Os únicos resmanescentes, hoje, dessa campanha memorável foram Moraes e Ávine.

Voltando para cá, o presente. Nossos principais artistas, Moraes, que está contundido, e Ávine, sem ritmo de jogo depois de um ano parado, ambos referências na armação das jogadas do Bahia, e, finalmente a referência de gols, Souza, a grata surpresa que substituiu a carência de gols do Bahia com a saída de Jael e Michel Jackson, também não pode jogar devido a problemas musculares.

Nossos artistas principais sem condições jogo! Nosso cérebro, coração e pernas! Na nossa zaga, perdemos Paulo Miranda e Donato, o último dava conta do recado, fazia gols decisivos no campeoanto baiano e ajudava a diretoria tricolor a não ter que ir logo ao mercado, nosso sistema imunológico.

A saída de Donato foi a gota d'água para essa crise no Bahia que só começou. Eu me pergunto: O que faltava de avisos e sinais para a diretoria tricolor resolver essas carências no elenco diante desse diagnóstico que apontava para o brasileirão já no campeonato baiano? Não foram ao mercado por que agora o Bahia era Campeão baiano, 44º titulo do tricolor, recupaerando a hegemonia no cenário estadual, o que dava aos dirigentes tricolores a confirmação de que o barco tricolor estava no rumo certo.

O rumo das conquistas e das ilusões também! Se, hoje, vivemos na economia essa realidade de que o que é sólido se desmancha rapidamente no ar, imaginem no futebol quando um campeão regional se depara com outro cenário de atuação onde seus adversários são infinitamente superiores aos do campeonato baiano e seus melhores jogadores estão contudidos?!

A situação certamente desde o começo era detectável por uma necessidade de sobrevivência numa competição tão forte quanto o Brasileirão que rebaixou já gigantes como o Corinthians e o próprio Vasco, algoz ontem do Bahia.

O choque de realidade na quarta rodada do brasileirão não tem como ser negada, embora muitos tricolores esbocem créditos em seus sistemas emocionais com esse grupo por causa ainda da conquista passada e na confiança da volta do futebol de Moraes, Souza, Ávine e, por conseguinte, a volta do Bahia por cima.

Porém, esse é o problema do Bahia de ontem que não foi resolvido no devido tempo. A fragilidade atlética de Moraes, Souza, Ávine e Coelho são evidentes. Ainda que voltassem com todo o vigor de suas formas atléticas, será que eles conseguiriam sozinhos fazer a locomotiva tricolor funcionar? Acredito que não.

O cenário, portanto, é de segunda divisão, sem trégua para qualquer tipo de ilusão e expectativas sobre o futuro de um 4º rebaixamento do Bahia. Lembram-se de uma evidência do nosso sistema financeiro mundial quando gritaram de horror economias pelo mundo afora por desaparecerem em coisa de segundos? Esse é o papel podre do Bahia, como sistemas voláteis que se desmancham no ar.

sábado, 28 de abril de 2012

Música de João Bani em homenagem ao Bahia

A embaixada da torcida tricolor no Rio de Janeiro está bombando, e o músico João Bani resolveu homenagear o tricolor numa composição autoral.



João Bani


quarta-feira, 14 de março de 2012

Carta Aberta à Torcida do Bahia

O grupo Unidade Tricolor e Bahia Livre, oposicionistas responsáveis pela ação que destituiu o presidente Marcelo Guimarães Filho e toda a diretoria do clube pela segunda vez, divulgaram uma carta aberta nesta quarta-feira (14) justificando o episódio e afirmando que a intervenção é "por democracia, transparência e honestidade na condução do clube". Confira


"Salvador, 14 de março de 2012
Carta Aberta à Torcida do Bahia

A intervenção decretada no Esporte Clube Bahia é resultado da nossa luta, há mais de uma década, por democracia, transparência e honestidade na condução do clube.

Não queremos o poder. Queremos apenas regras claras para quem assume o poder. Não é sério nem respeitável um Conselho eleito em Janeiro de 2012, mas cujos membros são apenas divulgados, parcialmente, sem a relação de suplentes, em março. Que é isso?

Participamos das eleições de 2005 e 2008 com Fernando Jorge Carneiro sem ter direito a sequer ver a lista de sócios. Em 2008, precisamos recorrer à Justiça para ter acesso a essa relação, não obtendo êxito.

Não participamos das eleições de 2011 porque continuavam as mesmas limitações ao nosso direito, básico, de saber quem podia votar ou ser votado.

Ontem, o presidente Marcelo Guimarães defendeu as eleições diretas na CBF. E por que no Bahia, não pode? Na CBF, o colégio eleitoral é conhecido: presidentes das federações e presidentes dos clubes de futebol da Série A.

No Bahia, não sabemos quem são os sócios.

Declaramos nosso total apoio ao interventor Carlos Rátis para que promova a reabilitação da legalidade e faça a recomposição dos órgãos politicos do Esporte Clube Bahia.

Não nos interessa nenhuma solução de continuidade da vida esportiva do clube. Defendemos, pois, a permanência do Diretor de Futebol, Paulo Angioni, e de toda a Comissão Técnica, comandada por Paulo Roberto Falcão.

Nossa luta é pela democracia, para que o Bahia seja mais forte com a presença de nossa grande e apaixonada torcida na vida do clube, sem intimidações e agressões como as que são promovidas pelos donos do poder em reuniões do Conselho e da Assembleia Geral.

Queremos apenas a mudança dos estatutos e o estabelecimento de regras democráticas para a escolha do presidente e do Conselho do Bahia.

Vamos continuar lutando, com todo o nosso esforço, para a construção de um grande clube.

Queremos ver renascer o nosso Bahia acima dos interesses pessoais e da visão mesquinha de alguns.

Movimento Unidade Tricolor
Associação Bahia Livre"

 

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