UFC 173: Vídeo da luta - Renan Barão x TJ Dillashaw

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Vídeo Renan Barão x TJ Dillashaw

Chris Weidman x Lyoto Machida

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Perdemos a Taça. Ganhamos a Copa!

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Vitória 0 x 1 Sport-PE: Veja os melhores momentos

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terça-feira, 23 de junho de 2009

Léo Medeiros afastado do grupo por Gallo

O volante Léo Medeiros, que chegou ao Bahia no início da temporada, foi oficialmente afastado do grupo principal pela diretoria. O atleta continuará a treinar no clube, mas em horários opostos ao do time de Alexandre Gallo. Desta maneira, se houver atividades pela manhã, Léo Medeiros só vai ao Fazendão à tarde para fazer condicionamento físico, exatamente como já faz o atacante Rychely.

Extra-oficialmente, o tricolor toma esta atitude porque o treinador Gallo já deixou claro para a direção do time que não pretende mais contar com o futebol do jogador, e como este tem uma gorda multa rescisória, não há recursos o suficiente para dispensá-lo. Portanto, o Bahia prefere continuar pagando ao volante um salário médio de R$ 50 mil e aguardar o final da temporada, quando o contrato de Léo Medeiros com o tricolor se encerra. Com informações do Bahia Notícias.


O Bahia está de depurando ou se auto-destruindo num processo de desgaste que não acaba mais. Já foram Patrício, Reinaldo, o preparador físico Anderson Paixão e, agora, Léo Medeiros afastado também do grupo. Estes sintomas de desgastes são naturais, contudo, em grupos de trabalho. É preciso que os insatisfeitos saiam para que não causem maiores problemas na continuação do trabalho do até agora prestigiado Alexandre Gallo. O termômetro no Fazendão acusam altas temperaturas, algumas frituras já estavam na panela. Só sabemos que o Gallo tem muito prestígio com a diretoria, que avaliza as decisões do tecnico. O jogo contra o Duque de Caxias pode ser o estopim de uma crise que se acelera.

Jogos da terça-feira pela série B
América 1 x 2 Ponte Preta
Ipatinga 0 x 1 Fortaleza

Jogo de vida ou morte, segundo planejamento de Gallo

São muitos os calvários vividos pela torcida do Bahia, mais parece uma provação, pensava que as sete vitimas (da Sudesb) da velha Fonte Nova, pusesse fim ao martírio vivido pela torcida azul, vermelha e branca. Se não fosse cético, diria que a cabeça de jegue enterrada nos campos do Fazendão deveria ser mais cuidadosamente procurada, pois que, ou encontra esse monstrengo ou será o fim do tricolor, nada dá certo, nem mesmo a mudança de diretoria resolve ou resolveu.


Até mesmo o velho paradigma, jargão ou sei lá o que, caiu por terra – traga jogador que a torcida paga. Paga nada! Dessa vez nem mesmo público tem mais, não que os preços estejam em excessos como alguns apregoam por aí, os bolsos é que estão mesmo vazios e a disposição da torcida também. Não vai ser barateando o ingresso que o Bahia provará alguma coisa, pois que encher o estádio com Time ruim é até muito arriscoso, diria os poetas de cantoria, Eliomar e seu parceiro Geraldo Azevedo, pois que apresentações pífias como as que vem fazendo a turma do Fazendão, pode ensejar em desdobramentos inimagináveis. Promoções nessa hora é até irresponsabilidade.

Como a torcida do Bahia já aprendeu a viver de ilusão, mais uma menos outra, não vai fazer mal a ninguém. Acredito que para essa competição, a grande partida que o Bahia terá que fazer é essa próxima, em Mesquita, contra o Duque de Caxias. Ou o Time sai daqui preparado para fazer um jogo de vida ou morte ou daqui pra frente à tendência é piorar. O Bahia não é um Time qualquer, não há meio termo para a situação tricolor, ou é calça de veludo ou bunda de fora dessa vez, tem que arriscar.

Segundo Gallo, seu planejamento foi feito em forma de PACOTES. A cada bloco de quatro partidas, sete pontos mínimos terão que ser conquistados. O primeiro pacote o Bahia atingiu essa marca mínima. Na derradeira partida daquele pacote o Bahia jogou contra a Portuguesa e conseguiu exatamente o 1 (um) ponto que faltava, já ali atingiu o mínimo com muito sacrifício, dessa vez o pacote pode ainda ser salvo com uma vitória em cima do Duque de Caxias, ainda assim fica a frustração de não ter adquiro um pontinho sequer de gordurinha extra, para um momento de vacilo, ou seja, vem o tricolor no fio da navalha, melhor, nem esse fio da navalha está ainda garantido.
(Rui Carvalho)

BAHIA DEMITE SEU PREPARADOR FÍSICO

O Bahia anunciou nesta segunda-feira (22), o desligamento do preparador físico Anderson Paixão. Oficialmente, o clube alega que foi em comum acordo, porém, a queda de rendimento do time no segundo tempo das partidas, atrelados a lesões musculares sofridas por alguns jogadores, foram os principais motivos. O treinador Alexandre Gallo sempre deixou claro em bate-papos que não aceita que os jogadores sofram lesões musculares por excesso de treinamento. A diretoria está à procura de um novo profissional para chefiar o departamento. O nome deverá sair nos próximos dias. Com informações do Bahia Notícias de Samuel Celestino

E Alex Terra?

Já circula nos sites e resenhas esportivas de Salvador, que o próximo a deixar o Fazendão é o atacante Alex Terra. O jogador foi substituído ainda no intervalo do jogo contra o Ipatinga, e a especulação sobre a sua possível saída ganhou força com a informação de que Alex teria sentido dores no joelho direito, o mesmo que operou em agosto do ano passado, quando atuava no Goiás. O gestor de Futebol do Bahia, Paulo Roberto Carneiro, disse desconhecer qualquer negociação no sentido da rescisão do atacante

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Reinaldo Alagoano e Helton Luís contra o Duque de Caxias

Quem saí, quem entra, o técnico Alexandre Gallo não quis antecipar, afinal de contas, tem toda essa semana pela frente para arrumar o time que joga contra o Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. A única certeza, antecipada pelo próprio treinador, é que o time do Bahia vai sofrer alterações para as próximas partidas, numa tentativa da Comissão Técnica de encontrar uma melhor formação, e consequentemente um melhor futebol, para o tricolor na Série B.

"Foi um dia em que não jogamos nada. Estivemos muito abaixo do rendimento em relação às outras partidas", reconheceu o treinador. O time esteve mal, ou melhor, jogou mal as duas últimas partidas, fez um primeiro tempo contra o Ipatinga bem abaixo das suas possibilidades. "Vamos ter que mudar, buscar novas opões, dentro do próprio grupo", disse o técnico após a partida, ainda no vestiário do estádio no Parque Metropolitano de Pituaçu.

É certo que o Bahia não vai poder contar com Élton, suspenso pela 3ª advertência do cartão amarelo, e com o atacante Lima, entregue ao Departamento Médico. Além disso, a semana será de avaliação do goleiro Marcelo e do meia Hernani, que não jogaram contra o Ipatinga, com lesões musculares, e podem voltar à equipe.

Mas as mudanças de Gallo podem confirmar o meia Helton Luís e o centroavante Reinaldo Alagoano, como titulares, eles que perderam as suas posições na equipe após a disputa do Campeonato Baiano. O atacante Joãozinho, que fez seu primeiro gol na Série B, está mantido como titular no comando de ataque.

Ontem foi folga geral para todo o grupo que se reapresenta esta tarde no Centro de Treinamentos do Fazendão. A expectativa da semana fica por conta da possibilidade da diretoria apresentar o meia-esquerda que a Comissão Técnica espera definir nas próximas horas. Com informações da Tribuna da Bahia

Barradas não gosta de declaração de Paulo Carneiro

Durante entrevista ao repórter Dito Lopes , no programa Nação Tricolor , na Rádio Excelsior, o gestor de futebol do Bahia, Paulo Carneiro, disse que há trinta anos os funcionários do Bahia fazem refeições debaixo de árvores, no Fazendão. O ex presidente Petrônio Barradas não gostou das declarações e vai procurar, Marcelo Guimarães Filho, a fim de esclarecer a situação, pois garante que durante a sua gestão este fato não ocorria nas dependências do clube.


A filosofia do técnico do Bahia e as constantes mudanças são a fonte dessa insatisfação e desânimo dos jogadores, que entram e sai. E o mais surpreendente é que pela primeira vez deu mais público no Barradão que no jogo do Bahia contra o Ipatinga. Não faltam é motivos para a diretoria dar uma mexida nisso. Quando o bolso começa a doer, então, é de se esperar que a qualquer momento o Gallo vá pro forno.

Suspensão de Neto Baiano provoca polêmica no STJD

"Consultamos o Dr. Virgílio Val (presidente em exercício do STJD) e o entendimento do Tribunal foi de que a suspensão imposta ao Neto Baiano deveria ser cumprida agora, no Campeonato Brasileiro. O meu entendimento, que é compartilhado por muitos advogados, não é esse", afirmou a advogada do Vitória, Patrícia Saleão.

Uma das alegações da advogada é que, quando as penas são impostas aos clubes, como a de perda de mando de campo, por exemplo, estes só as cumprem na edição seguinte da mesma competição. Logo, a partir do momento em que o entendimento para agremiações é um e, para atletas, outro, o princípio básico da isonomia fica prejudicado, segundo ela.Os juristas divergem quanto à aplicação do artigo 171, Parágrafo I: "A suspensão por partida será cumprida na mesma competição, torneio ou campeonato em que se verificou a infração. § 1º Quando a suspensão não puder ser cumprida na mesma competição, campeonato ou torneio, deverá ser cumprida na competição subsequente realizada pela mesma entidade de administração ou, desde que requerido pelo punido e a critério do presidente do órgão judicante, na forma de medida de interesse social".

É a palavra "subsequente", presente no Parágrafo primeiro, que gera toda a discussão. Para muitos, o Campeonato Brasileiro, em relação à Copa do Brasil, seria uma competição "concomitante", ou seja, "que acompanha outro", e não "subsequente". Com cinco auditores presentes à última sessão do Pleno, verificou-se que três deles, Alexandre Hellender de Quadros, Caio César Vieira Rocha e Francisco Antunes Maciel Müssnich, entendem que o Brasileiro de 2009 é subsequente à Copa do Brasil do mesmo ano. Já para José Mauro Couto de Assis e Vírgilio Augusto da Costa Val o entendimento é diferente, entendendo que as duas competições são concomitantes.

"Não concordo com o entendimento do STJD, pois acho que, se um jogador foi punido numa partida de um determinado campeonato, mesmo com a competição seguinte sendo organizada também pela CBF, entendo que a pena não poderá ser cumprida num jogo de natureza diferente. Infelizmente, esse não é o entendimento do STJD, e acho que isso dificilmente irá mudar", concluiu o advogado do Goiás, Pedro Paulo Guerra.

domingo, 21 de junho de 2009

A esperança virou pura insegurança

A parceria técnico, jogadores e publico está acabada. O presidente do Bahia também já não tem a simpatia da torcida pela sua postura dúbia na reforma do Estatudo. Todos estão desconfiados. Mas, reservo-me, hoje, neste espaço, para falar do maior problema do Bahia, que são as escalações do time que flutuam em razão de teorias do nosso técnico inseguro. Essas teorias segundo observadores do treinamento do time no Fazendão fogem do bê-a-bá do futebol, os coletivos com o aproveitamento dos melhores durante o treinamento no jogo. Para o treinador do Bahia os coletivos são secundários, pois ele prioriza os jogadores que estão chegando em detrimento dos jogadores que estão no elenco e provaram que podem render mais durante a competição.

Foram deixados de lado jogadores como Alagoano, Paulo Roberto e Ávine, só ontem resolveu colocar Helton Luis devido a pressão que sofreu. Todos esses jogadores que citei já tiveram um importante papel no time por mais que um jogo. Mas, existe uma tendência do nosso técnico em arrumar o time segundo uma desconfiança no elenco que tem, não na confiança que já devia ter. É a desconfiança que tem nos jogadores que faz o treinador do Bahia apostar em Evaldo, Alex Terra, Joelson e Rubens Cardoso. Na zaga a esperança que nos anima é a volta do bom zagueiro Alisson. E só isso.

O Bahia tem deixado a desejar muito enquanto estamos vendo a maioria do clubes entrando na competição. Isso me deixa muito preocupado, pois era para o Bahia estar afinado. Essa inconstância de Gallo em definir-se deixa a todos uma impressão de uma insegurança quanto a sua própria habilidade de escalar. É sabido que a forma de ver o futebol de Gallo já vem faz algum tempo demonstrando-se inadequada para o tipo de competição que jogamos. Ele é um técnico vencedor de regionais fracos, sem que fosse provado numa competição mais exigente. O abismo está muito perto do Bahia. O Bahia de Arthurzinho mesmo jogando fora de Salvador já tinha mais confiança que o time de Gallo de agora.

Ontem, tivemos um primeiro tempo medíocre, um animador começo de segundo tempo com a dupla Helton e Helton Luís mas, depois... Veio o gol do Ipatinga e o vexame, a falta de tranquilidade do time aliado a uma técnico que não tem por que continuar no Bahia. Incompetente, não consegue arrumar o time, sustentar uma escalação e treinar, pois a cada jogo é uma surpresa. Ele não tem domínio sobre o elenco, mostra-se sem convicção. O jogadores perdidos em campo, dispersos e sem entender os critérios do treinador. Falta diálogo, falta entrosamento no time.

Bahia perde primeiros pontos em pituaçu

Acabo de chegar de pituaçú, o que vi não me agradou em nada, principalmente se considerar que tiveram doze dias de trabalho desperdiçados, parece até que durante todo esse tempo os caras não treinaram um dia sequer, tamanho eram os erros de passe. Falta mesmo é qualidade na equipe tricolor e quando Elton erra tanto a vaca vai para o brejo mesmo
.
Dessa vez parece Gallo desarrumou de vez e nem adianta tirar o treinador, ruim com ele pior sem ele. Todos os desejados em versos e prosas pela torcida do Bahia, vão caindo, cada vez que entra um, destoa mais ainda o padrão do Time. E quando um Técnico começa a escalar pelas arquibancadas, normalmente bagunça tudo.

No primeiro tempo o Time não encaixava uma bola boa no ataque, mas dominava a partida bem, a velha deficiência ficava evidente, mas o Ipatinga não ameaçava. Falta mesmo é meias de qualidade para alimentar aquele setor, como não tem, nem se vislumbra ter, aos poucos vai se queimando um a um, dos que passa por ali.

A saída de Leo Medeiros do elenco, queimado, lá atrás, foi o erro fatal para as pretensões do Bahia na Série B. Leo é aquele jogador cadenciado e a estressada torcida tricolor desaprendeu a lidar com jogador assim, chama-o de lerdo e prefere aqueles mais aguerridos, mesmo que seja cabeça de bagre. Helton Luis tanto pedido, mas não vale o que o gato enterra, cisca-cisca e nada, pior, se aventura em jogadas de efeito que quase sempre não dá em nada.

No segundo tempo, inicialmente até parecia que as mudanças feitas no intervalo, surtiam efeito, veio o gol e o Bahia se acertava em campo, até que numa cochilada já tradicional desse time, o lateral deles encaixou um cruzamento meio capenga, rasteiro por sinal e num erro crasso de falta de fundamento da defesa, pois foi um cruzamento fácil ,que a famosa chegada de um zagueiro no primeiro pau, coisa corriqueira de treinamentos, dos mais exaustivos até, dessa vez ninguém chegou, Amilton, apagadão no jogo, só cutucou pras redes do tricolor, empatou a partida.

Daí em diante foi um vexame total, o time não trocava dois passes certos, Gallo até tentou com a entrada de Beto em lugar de Roberto, quem já viu garoto de dezoito anos com cãibras, isso foi demais, Beto não acertava uma de tão ansioso, antes nem tivesse entrado. As vaias vieram e daí pra frente, deu-se graças a Deus que o setor defensivo errava menos do que os demais e pelo menos o empate foi garantido.

Mas nem tudo está perdido ainda, pra continuar o planejamento da 2ª mini-meta de Gallo o tricolor vai ter que trazer os três pontos de Mesquita e subir pra quatorze em oito jogos, se tomar um pau lá no Rio, desanda.

(Rui Carvalho)

Veja tabela de classificação.
Veja apenas os jogos do Bahia

Jogos de sábado finalizados

Série B
Campinense-PB 2 x 4 Fortaleza-CE
Ponte Preta-SP 0 x 1 Guarani-SP
Vila Nova-GO 2 x 3 Atlético-GO
América (RN) 1 x 0 ABC (RN)


sábado, 20 de junho de 2009

No sufoco Vitória vence o Botafogo no Barradão

Vitória e Botafogo confirmaram as expectativas ao fazer um jogo aberto, cheio de gols e com emoção até o final. As duas equipes entraram em campo empatadas em segundo lugar no ranking dos piores ataques do Brasileirão, com 5 gols em seis rodadas, mas acabaram brindando as duas torcidas com sete gols em partida que o Vitória venceupor 4 a 3 cm um gol marcado por Apodi aos 44min da etapa final.

Foi o terceiro triunfo rubro-negro em três jogos no Barradão e o resultado mantém a equipe de Paulo César Carpegiani no G-4, agora com 13 pontos ganhos, contra apenas 5 do adversário.

O rubro-negro chegou aos 13 pontos e pode terminar a sétima rodada na terceira posição do Campeonato Brasileiro da Série A. Já o Botafogo pode terminar a rodada na zona de rebaixamento com apenas seis pontos.

Na próxima rodada, a equipe rubro-negra joga novamente no Barradão no próximo sábado, desta vez o adversário é o Santo André, às 18h30. Já o Botafogo recebe o Goiás no próximo domingo, às 18h30, no Engenhão.

Confira os jogos da sétima rodada do Brasileirão
Atlético-PR 2 x 2 Palmeiras
Santo André 2 x 1 Sport
Grêmio 2 x 2 Goiás
Náutico 0 x 1 Coritiba
Avaí 3 x 2 Fluminense


Bahia faz jogo de seis pontos em Pituaçu

Depois de 10 dias de recesso de folga, o Bahia tem reencontro marcado com sua torcida, hoje à noite no Estádio Governador Roberto Santos, no jogo contra o Ipatinga, a partir das 21 horas. A expectativa é de que o tricolor faça valer a força do mando de campo com um triunfo contra o adversário mineiro, que tem o mesmo número de pontos que os baianos, e está em 7° lugar, para que desta vez a torcida faça a festa nas arquibancadas do estádio Metropolitano de Pituaçu no ritmo do forró.

O torcedor que ainda não viajou para o São João no interior do estado, e que for esta noite a Pituaçu, vai ver um time do Bahia com modificações, diferente da equipe que goleou o ABC de Natal, por 4 a 0. O técnico Alexandre Galo não pode contar com Hernani e Lima, contundidos, e ainda depende de uma revisão do Departamento Médico para saber qual o goleiro que escala nesta partida contra o Ipatinga, válida pela 7ª rodada da Série B.

Marcelo se recupera de uma lesão na panturrilha e o seu reserva imediato, o goleiro Fernando, também está machucado e sob cuidados médicos. Por isso a Comissão Técnica convocou o terceiro goleiro Waldson. Os atacantes Beto e Reinaldo também são as novidades da lista de concentrados.

As atrações do Bahia para a torcida contra o Ipatinga ficam por conta das escalações do meia Joelson e do atacante Joãozinho, que pela primeira vez ganham as condições de titulares do tricolor na disputa da Série B do Brasileiro.

No treino de ontem, o técnico Alexandre Gallo realizou um trabalho recreativo de dois toques, em campo reduzido, com a participação do goleiro Fernando, liberado para o jogo, encerrando com treino de aprimoramento de chutes a gol e curto trabalho de finalizações e cobranças de falta. Com informações da Tribuna

Jogos da sexta-feira pela série B
Vasco 0 x 0 Duque de Caxias
Juventude 1 x 0 Bragantino
Figueirense 1 x 0 Paraná
Veja como ficou a classificação


O Bahia vai a campo com um time mais ofensivo. Não era para menos, o tricolor precisa vencer e convencer. O que me preocupa é falta de constância e as dúvidas de Gallo. Não sabemos o time titular do Bahia. O time muda a cada rodada, por conseguinte nunca poderá ter um padrão de jogo. Por isso, eu torço para que o Bahia possa jogar como tem treinado, levando para campo a esperança de que quem ganhou posições no ataque tricolor possa justificar sua escalação.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Precisa-se de "jornalistas", isso sim!

Pura coincidência ou coisa do sobrenatural não se sabe ainda, resposta mais consistente, carece de comprovação científica. Ainda esta semana comentava sobre a mudança no perfil do torcedor do Bahia, não que de fato isso tenha acontecido de uma ora para outra, nada disso, digo do torcedor que agora freqüenta o estádio de Pituaçú, o monumental do parque, como diz certo radialista e que eu também adotei tal expressão, como se fosse minha, gostei, pois que o lugar é muito bonito de fato e o pequenino estádio tem lá seu charme, sim. É majestoso sem precisar ser um gigante, sem contar que... Assim meio sem querer querendo, aquela rampa de acesso que fizeram, da paralela até as bilheterias com todo aquele espaço, sem carros estacionados, caiu como uma luva pra turma que gosta de comer água, deus quanta inveja não deve fazer, hein! Quanta diferença, até da Fonte, nem a Kombi do reggae fazia tanto sucesso, pena que a policia teima em botar viaturas ali e ao final das partidas elas atrapalham bastante.

Ainda essa semana comentava em casa, tão logo esteja liberado totalmente pelos zômi-de-jaleco-branco, vou começar a chegar duas horas antes das partidas começarem por lá, só pra tomar cerveja, comer espetinho de gato e jogar conversa fora, podes crer!

Hoje leio nos jornais sobre essa possível elitização da torcida do Bahia, por isso também, resolvi abordar o tema, acho que de fato isso aconteceu ou vem acontecendo, lamentavelmente. Já contei por aqui a história de seu Osmar, meu vizinho, fanático torcedor do Bahia, que morava em Cosme de Farias à época e que aprendeu a torcer pelo Bahia, de xaréu-em-xaréu, pois que não tinha grana pra assistir aos jogos na velha Fonte Nova. Pois é, se lá, à beira do dique, permitiu formação de personagens assim, em Pituaçú isso é praticamente impossível agora, pois que nem essa figura de xaréu existe mais, agora é pá e bufo, pagou entrou (nem sempre), pois que, insistem em não permitir a venda de ingresso no estádio, coisas dos tempos modernos, com administrações dos tipos como, os bobôs da vida, fazer o que, nossa Bahia parece rabo de égua, só cresce pra baixo, infelizmente.

Como quer a nota de hoje do Jornal A Tarde transparecer. Deduz essa elitização por conta dos altos preços dos ingressos. Será? Não seria mais, muito mais o empobrecimento de nossa população, pois que pelo Brasil afora, não se tem noticias de ingressos mais baratos do que os daqui. Bem verdade que ficamos anos a fio, sei lá, mais de dez anos, com preços congelados de cinco contos e alguns deles de vale show, aliás... Falando em vale show, isso sim precisa ser revisto pelo MP, pois que ainda no recente jogo do Galícia em Pituaçú, não se contava duzentas pessoas no estádio e só no Borderô foram contabilizados três mil ingressos, uma clara situação de corrupção, o estado ta pagando para fantasmas assistirem jogos, só pode. O Jornal bem que poderia se interessar mais por matérias assim. Diabos... Por isso que a profissão de jornalista acaba de ser recusada de reconhecimento, os profissionais não se respeitam também! Só sabem redigir textos nas direções das encomendas, fazer o quê? Depois reclamam.

Sem querer ser o dono da verdade e já tentando ser, fico com outras teorias sobre a queda de público, a primeira delas a questão física, nunca mais teremos média de 40 mil torcedores como foi em 2007, pois que o monumental cabe apena três quartos disso e a futura Arena, se sair, apenas muito raramente vai acomodar as 55 mil pessoas previstas, pois que, ainda sendo ali pertinho dos bairros mais acessível, o povo daquela região, não poderá pagar, esses sim, ingressos bem mais caros. Outras e outras teses merecem crédito também, sobre essa tal elitização suposta e a mais notável, pra mim agora, é do zagueiro e capitão do time do Bahia, Nen, que acredita que o desempenho do time influencia: “Tenho certeza de que, quando começarmos a vencer e convencer, Pituaçu vai virar um caldeirão”.

De qualquer forma, a pesquisa é salutar e cabe aos jornalistas fazerem elas, para escreverem bem e com responsabilidade, pelo menos o mínimo delas, se quiserem sobreviver escrevendo.

Raimundo Queiroz: A que veio?

Contratado para dar novo fôlego ao Departamento de Futebol do Vitória, o ex-presidente do Goiás Raimundo Queiroz (foto) vai completar três meses no cargo no próximo dia 25 e ainda não disse a que veio. A chegada dele à Toca do Leão gerou um início de crise com Jorge Sampaio, então diretor de futebol e que passou a ocupar o cargo de vice-presidente-executivo do clube. Só que, desde então, pouco mudou nos bastidores do Rubro-negro.

A chegada de Queiroz a Salvador, após sua polêmica despedida do Goiás, bombardeado por denúncias, foi acompanha a de um boato sobre possíveis desentendimentos entre Alexi Portela e Jorge Sampaio. Falou-se em “intervenção branca” de Portela e “fritura” de Sampaio.

O assunto foi desmentido, mas, no fundo, criou-se expectativa em relação à função que o antigo diretor de futebol passaria a exercer, Passado o burburinho inicial, percebe-se que continua.

“Tudo como dantes no quartel de Abrantes”. Basta pegar como base a contratação do técnico Paulo César Carpegiani e dos jogadores Leandro Domingues, Baggio e Neto Berola. Em todos os casos, quem tomou a frente das negociações – pelo menos nas informações para a imprensa – foi Jorge Sampaio.

“Resultados falam por si’”

Raimundo Queiroz, que teve a missão de comunicar aos jogadores que não fazem parte dos planos de Carpegiani que eles irão treinar em separado, faz um balanço positivo de seu período como diretor de futebol do clube. “Os resultados falam por si só. Eu procurei me esforçar dentro das minhas possibilidades”, comentou.

Mas, quando questionado sobre o fato de ser Jorge Sampaio quem negociou a maior parte das contratações, Queiroz foi taxativo: “A forma de trabalhar não importa. Quem faz ou quem deixa de fazer não importa. O que importa é o que se faz para a Vitória”. Com informações de Raphael Carneiro/Jornal da Metrópole

Bahia se prepara para encarar o Ipatinga neste Sábado

O técnico Alexandre Gallo comandou nesta quinta-feira (18) mais um treino coletivo no Fazendão. A atividade teve como objetivo preparar o elenco para o jogo do próximo sábado (20), contra o Ipatinga, no Estádio de Pituaçu, em Salvador.

Assim, como nos últimos treinos, o meia Joelson e o atacante Joãozinho foram escalados entre titulares. Os dois seguem para a partida e devem começar o jogo entre os 11 iniciais.

Os problemas do técnico Alexandre Gallo ficaram por conta dos goleiros Marcelo e Fernando, além do volante Hernani e do zagueiro Menezes. Marcelo desceu para o campo e treinou a maior parte da atividade, mas sentiu dores musculares na panturrilha e subiu para realizar tratamento.

Fernando e Hernani ficaram na fisioterapia, assim como o atacante Lima, que já está vetado para o próximo jogo. O zagueiro Menezes disputou o coletivo, mas sentiu dores no joelho, saindo para fazer tratamento.

Ao final da atividade, Gallo divulgou a lista de jogadores relacionados para encarar o Ipatinga.

Foram convocados os goleiros Marcelo, Fernando e Waldson; os zagueiros Evaldo e Nen; os laterais Marcos, Dedé, Ávine e Rubens Cardoso; os volantes Rogério, Élton e Leandro; os meias Roberto, Ananias, Alex Maranhão, Joelson e Hélton Luiz; e os atacantes Beto, Reinaldo, Joãozinho e Alex Terra. (com informações da Tribuna da Bahia)

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Atacante Neto Baiano tem pena reduzida no STJD

O atacante Neto Baiano não poderá reforçar o Vitória no Campeonato Brasileiro nas próximas rodadas. O Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) até reformou a pena de oito jogos de suspensão imposta antes ao atleta, mas ela foi reduzida para cinco partidas, em sessão nesta quinta-feira, 18 de junho. Com isso, o jogador só poderá voltar a atuar no dia 12 de julho, contra o Santos, uma vez que ainda terá de ficar três jogos fora.

Isso porque Neto Baiano já cumpriu dois jogos de suspensão - contra Palmeiras e Internacional, quando, coincidentemente, a equipe não venceu -, antes de conseguir um efeito suspensivo. Com a decisão, o quinto artilheiro do país na temporada seguirá afastado do Rubro-negro baiano, e não atuará contra Botafogo, Santo André e Flamengo.

A advogada do Vitória, Patrícia Saleão, destacou no julgamento que o adversário nem informou ao árbitro sobre a suposta cusparada que gerou a denúncia, reafirmando que ela não existiu. A defesa alegou que um homem jamais deixaria barato uma cusparada e que houve uma divulgação errada do lance na mídia.

Denunciado por agressão física – artigo 253 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) – por cusparada em Ramon, do Vasco, durante o confronto pelas quartas-de-final da Copa do Brasil, Neto Baiano foi suspenso pela Segunda Comissão Disciplinar do STJD por atitude contrária à moral e à disciplina desportiva – artigo 258 do CBJD - mesmo em que teve a pena reduzida para cinco partidas nesta quinta-feira.

Bahia mantém a tradição de ter bom público

trocida do bahiaNo que depender do torcedor do Bahia, a equipe já está com passaporte carimbado para a Série A do Brasileirão. Ao longo de seis rodadas da competição e três jogos em casa, o torcedor demonstrou que não abandona a equipe e impulsiona forte os jogadores lá de cima da arquibancada. Provas disso são as duas aparições do Bahia na lista dos clubes que tiveram os dez maiores públicos da competição, divulgados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O total de 13.193 espectadores assistiram à goleada do Bahia em cima do ABC-RN, formando o quarto maior público do torneio. Em sétimo lugar, está a partida do Bahia contra o Ceará, quando os donos da casa venceram por 1 a 0, e atraíram um público de 8.722 torcedores.

Em termos de arrecadação, o Bahia aparece três vezes na lista das dez partidas mais rentáveis até agora. O jogo contra o ABC-RN é o quarto colocado, com quase R$ 276 mil. A partida entre Bahia e Ceará é a sexta do ranking e a partida contra o Paraná tem a oitava posição. Os resultados colocam o Estádio Metropolitano Roberto Santos - Pituaçu, como a terceira das 18 arenas da lista de público e renda por estádio. Isso significa que 28 mil 394 torcedores compareceram ao Estádio em seis rodadas, com uma arrecadação total de 585 mil e 630 reais, em três jogos.

Importante ressaltar que a interdição da Fonte Nova, no ano passado, trouxe sérios prejuízos ao Bahia, que não conseguiu mandar seus jogos em Salvador. A equipe acabou o campeonato com a 14ª posição na média de público, com 68.870 no total e uma média de 3.826 torcedores. Em 2007, quando disputou a Série C, o time tricolor levou 565.738 pessoas em 14 jogos na Fonte Nova, média de 40.410 torcedores, recorde absoluto nas três divisões do campeonato nacional daquele ano.

Preço do ingresso muda
São João na porta, melhor baixar o preço para atrair a parte da torcida que não se embrenha interior adentro. “Promoção” entre aspas: o ingresso para o jogo contra o Ipatinga custa R$ 15m com exigência da carteira de estudante.

Novo Africano
Depois do guineense Mohamed, que chegou de navio e não ficou, mais um filho da África está na divisão de base do Bahia. É o Nigeriano Addu, atacante recém-chegado ao juvenil tricolor – e, dessa vez, tido internamente como bom de bola. Addu chegou por meios convencionais: foi levado por Ricky, empresário de futebol e ídolo do Vitória. Com informações da Tribuna/Correio

ABL analisa as contas do Esporte Clube Bahia

A Associação Bahia Livre sempre divulgou todos os relatórios das auditorias do BASA que, por obrigação da Comissão de Valores Mobiliários, são divulgados no site da CVM, porém o Esporte Clube Bahia (ECB) nunca divulgou as suas contas para que todos os tricolores informados da situação financeira do Bahia.

Agora, pela primeira vez na sua história, o Esporte Clube Bahia (ECB) divulgou no site oficial o seu balancete e demonstrativo de resultado (clique aqui para ler).

Por esta postura da ABL, alguns torcedores levantaram questões referentes às contas do ECB e, após uma análise mais detalhada, responderemos aqui algumas delas:


Onde está o passivo a descoberto superior a R$ 50 milhões que o Bahia tinha?
As contas divulgadas no site são do Esporte Clube Bahia (ECB) e não do BASA, empresa controlada pelo ECB e que (diferente do verificado no período 1998-2008) não é mais responsável pela gestão do negócio futebol.

O famoso passivo a descoberto superior a R$ 50 milhões é “privilégio” do BASA, que, na prática, deverá ser tratado como uma “massa falida”. Ademais, como o ECB não possui fins lucrativos, não tem a obrigação de realizar a equivalência patrimonial (ou seja, a despeito do ECB controlar 65,3% do capital social do BASA, não há “contaminação” entre os balanços).
Muitos sites divulgaram que o Bahia confessou ter uma dívida fiscal de cerca de R$ 30 milhões para ter acesso à Timemania, como é que, no balancete, o item impostos parcelados totaliza apenas R$ 8,2 milhões? Quem tem uma dívida fiscal de R$ 30 milhões (ou mais) registrada na Timemania é o BASA.

É provável que o ECB também consiga incluir a sua dívida fiscal na loteria. A conferir.
Por que as pendências financeiras do distrato não foram lançadas no balancete e no Demonstrativo do Resultado? As pendências financeiras do distrato (que, segundo o balanço trimestral da Ligafutebol S.A alcançam R$ 4,4 milhões) só serão lançadas quando a negociação dos atletas for efetivada (pró-memória: a partir de 2009 até fevereiro de 2023, 30% dos direitos federativos do atletas tricolores negociados deverão ser repassados para a Ligafutebol S.A).

Outro lembrete: segundo o texto do distrato, o ECB adquiriu 2.940.000 ações ordinárias pelo preço de R$ 1,00 (um real) e 2.815.000 ações preferenciais tipo A pelo preço de R$ 1,00 (um real), ações estas que a Ligafutebol S.A detinha do BASA.
O resultado do trimestre (prejuízo de R$ 1,2 milhão) sinaliza um rombo de cerca de R$ 5 milhões em 2009? Não, necessariamente. Muitos clubes deixam para equilibrar as suas contas no final do ano, através da negociação de atletas.

Por exemplo, em 2004, o BASA apresentou resultados cadentes ao longo do ano (lucro de R$ 469 mil no 1º trimestre, prejuízo de R$ 1 milhão no 2º trimestre e prejuízo de R$ 3 milhões no 3º trimestre), mas praticamente equilibrou as suas contas (prejuízo de apenas R$ 689 mil) no final do ano, com a venda do jogador Danilo Gomes (US$ 1 milhão) ao Tokyo Football Club. Dessa forma, como diria o saudoso Armando Oliveira, “ainda não há motivos para atearmos fogo às vestes”.
A nação tricolor parabeniza a direção do Esporte Clube Bahia pela iniciativa e espera que essa prática seja renovada a cada trimestre, pois só com a transparência todos os tricolores poderão ajudar e participar da vida do Clube.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Conflitos de gerações

No Bahia há uma clara questão de conflitos de gerações, apesar do rosto jovem do nosso presidente. Esses conflitos de gerações se expressam de maneiras bastantes contundentes. Hegel ensinava já a dialeticidade da história, não é diferente da história do nosso clube. Sentimos os ventos das novidades em nosso país, sentimos uma geração de jovens chegando a todas esferas de poder com um espirito marcado pelo constitucionalismo brasileiro. No Bahia, não pode ser diferente.

Nos últimos tempos nunca vi tanta mobilização e movimentos que queriam um Bahia livre. Qualquer candidato que chegasse a presidência do Bahia teria que dar uma resposta rápida a este anseio que partia de todos os torcedores do Bahia, quase todos. Muitos, no entanto, reclamam da passividade da torcida do Bahia. Mas, eu penso que o problema do Bahia não é de passividade, o problema do Bahia é a falta de compreensão de seus agentes dominadores sobre a historicidade do Bahia.

Infelizmente ou felizmente, ainda somos marcados pela visão aristótélica de pensar o mundo, de contemplação metafisica e de permanências em oposição a uma visão mais contemporânea e de atuação do homem na história enquanto ser pensante e atuante. No Bahia pululam orientações e movimentos que procuram encarar de frente o problema da falta de identidade do torcedor do Bahia com reinvindicações que não passam do puro resultado em campo. Surgiram a Revolulção Tricolor, o Bahia livre e outros movimentos na internet que cobram essa postura de um Bahia ativo e centrado nas causas que fazem da decadência tricolor o centro de suas preocupações.

Os dirigentes que estão no poder no Bahia há anos não gostam de ver o Bahia das ruas e de suas reinvindicações político-insitucionais. Sentem como se tivesse o Bahia sendo invandido. Estas demandas que surgiram, no entanto, que são manifestadas pelos torcedores do Bahia de forma ordeira, mas incisivas de mudança estatutária e democracia, são reações naturais de muitos tricolores que foram alijados da participação político-instituicional do Bahia pela mentalidade “maracajista” de gerir o Bahia.

Esses novos agentes políticos do Bahia são vistos pelos que estão no poder no tricolor como coisa de petulantes jovens e de políticos de esquerda. O Bahia vê com muito estranhamento tanta mobilização em torno do modo de gestão do tricolor e o pedido de mais democracia no Bahia. Resultados em campo seriam a melhor resposta, diriam os conservadores. Em seus afãs de demostrarem sua visão de mundo superior, contemplativa e hieraquizada da vida, o arcaico no Bahia segue agindo irresponsavelmente. Assim, procastinam tanto e não traduzem na captação de sócios para quadro social uma infinidade de pessoas; ao contrário, o Bahia gasta dinheiro que não tem, empurrando com a barriga suas dívidas, fazendo da irresponsabilidade uma regra, com a visão de mundo que futebol se resolve só com contratação de jogadores.

Enquanto não tivermos bases sólidas para que consigamos albergar no Bahia uma safra de lideranças e chamar para a vida político-institucional do Bahia esses valores pessoais de jovens que vem das ruas e movimentos pedindo um novo Estatuto democrático, caíremos no mesmo círcuculo vicioso que faz do Bahia, hoje, um clube menor no cenário brasileiro, na segunda divisão. A lei Pelé exige essa mudança paradigmática de dentro para fora no Bahia. Não adianta o melhor administrador do mundo caso o Bahia não consiga captar recursos humanos com uma visão histórica das necessidades atuais do clube, deixando para trás uma visão de mundo estática e calcada pela passividade de eternos conselheiros sem autonomia para cobrar mudanças no clube.

Conversa de tricolor

Agora, é a hora da estrela brilhar, sábado é o dia que não pode dar zebra. Ontem (16) à tarde fui ao Fazendão, acompanhei um pequeno craque que por lá começa a brilhar. Enquanto apreciava suas diabruras impressionantes - puxou ao avô - conversava com outros, principalmente da mídia. Um absurdo ouvi e intercedi de pronto.

Sabe!? Num bate papo, quase todos foram unânimes num raciocínio que já me incomoda. Tudo começou justamente quando afirmei: Agora é a hora da estrela brilhar! Não é que a unânime turma acredita que em Pituaçú o Bahia ganhará todos os jogos. De fato isso me preocupou muito, pois subestimam-se os adversários, como se o fato tão só de estar em Pituaçú fosse suficiente para o Bahia ganhar.

A maioria, como se não tivesse adversário do outro lado, já contam com os 57 pontos que serão jogados aqui e lidam com a expectativa de ganhar alguns parcos pontos fora de casa, até já definem quais sejam, para subirem pra Série A. No debate a minha tese é de que o Bahia precisa ganhar fora de casa, e logo, preparando-se inclusive para uma eventual derrocada no monumental do parque, coisa natural, entendo, mas que essa naturalidade não ocorra, por exemplo, num momento como esse, desse jogo contra os ipatiguenses, quando a instabilidade do tricolor mais se evidencia, sob risco de perder-se a ponta do novelo e degringolar de vez.

Não sei de onde nem o porquê disso, mas pautar uma competição numa assertiva de que vai vencer todas as suas partidas de seu mando de campo, não cabe em nenhum planejamento, pois que compromete todo um campeonato por conta de um deslize eventual e uma vez desacertando o passo desse compasso como foi em Brasília, onde o fracasso foi à essência, e, a máscara, a busca brusca de um meio campista, quando na equipe já temos tais elementos qualificados como Leo Medeiro, Joelson e o próprio garoto Roberto, para uma identidade forte na caça de uma vida menos Severina nesta Série B, o que falta é personalidade a esse time coisa que não se consegue simplesmente nos treinos físicos e táticos do dia a dia. Outras ações cabem para dotar esse time de personalidade vencedora.

Digo que o fracasso foi a essência, por conta de que, quando se anunciou que o atacante Alex Terra não iria para o jogo, por “contusão” o mais natural, se o treinador tivesse convicção no trabalho desenvolvido durante a semana, entraria com o substituto natural dele, sabe, o tal trocar seis por meia dúzia, que noutras ocasiões pode significar, mesmice, em alguns casos é pura ciência, melhor essência, mesmo não sendo uma Brastemp da vida, no lugar de Alex Terra deveria entrar logo com Paulo Roberto, ou então não o leve na delegação.

Outra teoria que não me convence é essa tal de jogar fora e por isso se fechar todo na busca de um pontinho. Por mim seria justamente o contrario, até alteraria o esquema de jogo me atiçando ao ataque, pois se assume uma postura defensiva na busca de um pontinho, melhor surpreender o adversário e entra mais ofensivamente, depois da surpresa se for o caso, então se modifica o estilo de jogo e se busca garantir o resultado, bem mais coerente. Para o caso o Bahia tem peças que se encaixam perfeitamente. É só lançar Beto como um terceiro atacante, ocupando uma das laterais do campo, logo de saída, num típico 4-3-3. É isso aí de técnico e louco, todo mundo tem um pouco.

Luciano Henrique - Não se sabe de que adianta tanto esforço financeiro para uma contratação mais cara dessas, principalmente que a sedução pra trazer o jogador é um contrato tão longo, como essa de oferecer contrato de três anos a um jogador de 30 de idade. Se ao final, Gallo vai mesmo é usar do expediente, o mesmo que usou quando informou uma lesão, como foi o caso de Alex Terra em Brasília e ao invés de entrar com o substituto natural – outro atacante – vai mesmo é escalar Rogério. Falando em Rogério, belo jogador, trabalhador, voluntarioso, mas precisa sair do Time, pois enquanto no Fazendão estiver, vai o técnico aleijando a equipe para botá-lo pra jogar. Não adianta! Se estiver disponível o treinador sempre vai arranjar a vaguinha de Rogério e é por aí, nessa “eficiência” toda dele que se desarrumam tudo. Enquanto isso agente perde um Léo Medeiros, por exemplo, que de tanta calma, não casa com o estresse de nossa torcida carente.

Luciano Henrique de Gouveia

Posição: Meio-de-campo

Idade: 30 anos

Altura: 1,70

Peso: 72

Naturalidade: Tremembé - SP

Nascimento: 1978-10-10


Começou no Taubaté/SP e em seguida passou pelo Juventus/SP, Guaratinguetá/SP, Atlético Sorocaba/SP, Santos e Pohang Steelers/Coréia do Sul, Sport e Internacional/RS.Deixou o Leão ano passado, saindo pelas portas dos fundos, assim como o técnico Gallo. Em 2008 ele ganha a chance de se recuperar com a torcida e passar uma borracha no que passou.Conforme o serviço de registros de jogadores da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), seu contrato com o Leão vai até 31/12/2008.

Vigilantes de Pituaçu protestam por atraso de salário - Cerca de 26 vigilantes que fazem a segurança do Estadio de Pituaçu fizeram uma manifestação na manhã desta quarta-feira, 17, na Tribuna de Honra do estádio. De acordo com o diretor do Sindicato dos Vigilantes do Estado da Bahia, Fernando de Souza, o protesto ocorre porque os profissionais estão com os salários atrasado há 18 dias.

A empresa Precaver, contratante dos vigilantes, disse que ainda não efetuou o pagamento porque também não recebeu verba do Estado. Em reunião com a diretoria da empresa, encerrada por volta do meio dia, desta quarta, os dirigentes sindicais decidiram dar um voto de confiança à empresa até a próxima sexta-feira, 19. Caso eles não recebam o salário, a categoria ameaça parar no sábado, 20, quando o Bahia joga contra o Ipatinga, pela série B do Campeonato Brasileiro. (Fonte: Jornal A Tarde on line)

E em números, você acredita?

Infelizmente será necessário um atestado de óbito (e com firma reconhecida) para que os RESPONSÁVEIS pela manutenção de GALLO, no comando do plantel do Bahia, tomem coragem para intervir no que há muito se mostra deteriorado.

Como rápida amostra, relembro aos que precisam ver para crer, que o que precisava ser visto, já passou e nada foi feito. Senão vejamos:

Das últimas 13 (treze) partidas que o Bahia atuou fora dos seus domínios, Gallo só conseguiu 2 (duas) vitórias, que foram contra o Flu de F. e Poçoes (que tristeza !). Empatou 5 (cinco) vezes, sendo que dois desses empates foram desclassificantes (2x2 com o Vitótia e 0x0 com o Coritiba). Das 6 (seis) derrotas, quatro delas foram com adversários do porte de Colo-Colo, Feirense, Ipitanga e Madre de Deus.

Como presumidamente os adversários na série "B" são melhores do que os do Baianão, os números que já eram péssimos antes, obviamente pioraram, pois dos 9 (nove) pontos disputados, mesmo com adversários jogando com 10 jogadores, o tal do GALLO só ganhou 1 (um).

O que começo a perceber é que para os RESPONSÁVEIS pela manutenção de GALLO, perder fora de casa nada representará. Porém, quando começar a perder pontos dentro de casa, talvez tomem alguma providência, mas aí provavelmente será tarde demais.

Não sei se vocês perceberam, mas eu preferi utilizar o termo "RESPONSÁVEIS", porque talvez assim os que defendam CEGAMENTE os "RESPONSÁVEIS", sintam-se mais a vontade para concordar com as minhas preocupações.

O meu amor é pelo BAHIA. Só.

DURVAL LUIZ SABACK SILVA

Bahia treina pela primeira vez em Pituaçu

Após muito insistir, desde o Campeonato baiano, o Bahia acabou conseguindo liberação da Sudesb para treinar em Pituaçu, placo do jogo de sábado, contra o Ipatinga. Mas é bom não achar que vai achar isto toda semana. O Galicia, em Pituaçu, pela segunda divisão estadual, lá jogará. Não é desejo da Sudesb forçar tanto a grama do estádio

Ramon pode ser novidade no Vitória

A dupla de ataque formada por Roger e Adriano ainda não conseguiu desencantar na Série A do Campeonato Brasileiro. Por isso, a expectativa é de que o técnico Paulo César Carpegiani teste uma nova formação para o jogo de sábado contra o Botafogo, com o aproveitamento de Ramon Menezes ao lado de Roger. Além disso, os dirigentes continuam procurando outras opções para o setor, e já se especula o nome do centroavante Vandinho, sem chances no Sport de Recife.

O meia Jackson, que era titular da equipe e está afastado por causa de uma contusão muscular, foi liberado para os trabalhos com bola e será avaliado pelo treinador e, se reunir condições físicas, pode voltar à equipe contra o Botafogo. Além disso, existem ainda outras duas alternativas, que são os atacantes Robert, do Atlético de Alagoinhas, e Neto Berola, do Itabuna, artilheiros no Campeonato Baiano deste ano.

Os jogadores se reapresentaram ontem no Centro de Treinamento da Toca do Leão, após empate sem gols com o Internacional, em Porto Alegre, no último domingo. À tarde, o técnico comandou um coletivo, e o time teve três mudanças em relação ao que enfrentou o Inter: Gléguer entrou no lugar do goleiro Viáfara, Adriano foi deslocado para a ala-esquerda no lugar de Robinho, e Ramon Menezes formou a dupla ofensiva ao lado do atacante Roger. Com informações da Tribuna

terça-feira, 16 de junho de 2009

Sport emperra negociação com Luciano Henrique

A especulação quase virou certeza na tarde desta terça-feira, 16. Sites e rádios de Salvador divulgaram que o meia Luciano Henrique, do Sport, já estava contratado e desembarcaria nesta quarta, 17, na cidade. Fato é que, realmente, o jogador quer vestir a camisa do Bahia. São vários os motivos para o desejo de mudança, apesar de ele ser titular de time de Série A.

Luciano tem certa rixa com o técnico Leão, que o dispensou na época de Santos e deve o empurrar para o banco com as chegadas dos novatos Fabiano e Hugo. Além disso, o Esquadrão ofereceu contrato de três anos para o atleta, que soma 30 de idade. Já o Sport mostrou interesse em renovar o vínculo em dezembro, mas por só mais um ano.

Pesa também a boa relação com o técnico tricolor Alexandre Gallo, que treinou Luciano no próprio Sport, no Santos e no Inter. “É um grande jogador, mas só a diretoria pode falar sobre isso”, limitou-se a dizer o treinador.

A pedido do presidente Marcelo Guimarães Filho, o empresário Orlando da Hora está em Recife tentando o acerto. “Luciano botou na cabeça que quer ir embora. Jogador tem essa vaidade, afinal, o Bahia fez proposta de três anos e o Sport só o procurou para renovar depois de saber do interesse”, afirmou.

Da Hora disse que quarta-feira é o última dia de tentativas, pois ele não poderá mais ficar na capital pernambucana. E tudo indica que o negócio não vai dar certo. Luciano tem contrato com o Sport, que não está disposto a deixar o meia partir de graça. Com informações do A tarde

André Dantas: Esclarecimentos

Diletos amigos, quando fui convidado para participar desse seleto grupo que compõe o futebolbahiano.com me propus a escrever sobre os assuntos do Vitória e não pretendo fugir muito disso, até porque prefiro ir a festa de aniversário do que a enterro.

Em relação ao Bahia minhas ponderações serão bem pontuais e raras, não porque não domine assunto tão corriqueiro e desprovido de mistérios, mas porque o site está recheado de tricolores competentes, ávidos para explicar o que rola no torneio de acesso. Minha participação em relação ao tricolor se resumirá a elogios nos momento de sucesso e interrogações dirigidas aos especialistas tricolores nos dissabores.

Todavia, quando o assunto é o Leão, sinto-me na obrigação de trazer luz às mentes rubro-negras mais suscetíveis aos “apesares” e mesóclises que douram o texto e escondem o conteúdo. Faltava neste espaço quem desse um freio nessa prosopopéia tricolor ao falar do Vitória.

Em primeiro lugar, torcedor rubro-negro, quando algum colunista tricolor falar em “retorno à Série B” não feche os ouvidos, muito pelo contrário, limpe-os devidamente para poder escutar em alto e bom som e aproveitar ao máximo a piada. Ria a valer, pois esta ladainha se repete ano após ano com a mesma graça das firulas do palhaço Carequinha (lembrança válida já que estamos tratando de finados...). Pressão de Série B sofre quem lá está ou pelo menos anda no entorno. Está longe de ser o caso do Vitória. Falar de Série B citando o nome do Vitória revela muito mais desejo que razão...

Com pouco tempo neste site já percebi que os conhecimentos sobre Série A neste espaço são realmente bastante modestos. Mas não se preocupem, seus problemas acabaram.

Nunca vi uma conversa mais cheia de circunlóquios e desprovida de fatos do que essa de dizer que nossos adversários “estavam com pensamentos voltados para outros horizontes”. Parece até uma poesia, mas só vi essa arte no futebol soar bem com Armando Nogueira. Quer dizer que o Palmeiras contra o Vitória estava com pensamento na Libertadores, mas quando deu um sacode no Cruzeiro estava pensando no Brasileiro? Quer dizer que o Grêmio entrou sonhando com Dubai contra o Vitória e esqueceu isso domingo contra o Fluminense no Rio? Quer dizer que o time reserva do Internacional, que brocou 02 no Palmeiras e liderava o Brasileirão só não se concentrou direito contra o Vitória? Nota-se, de logo, que por trás das palavras bem elaboradas esconde-se a sombra do despeito.

Agora, nada é mais interessante do que a tese do rebaixamento por turno. Não chega a surpreender, pois presenciei a festa pelo título de campeão moral do 1º turno do campeonato baiano, bem como a alegria de campeão baiano do 1º tempo no Barradão, mas como é algo que pode confundir as mentes menos privilegiadas, sinto-me na obrigação de trazer novos esclarecimentos.

Torcedor do Bahia, travestido de colunista, dizer que se o Brasileirão 2008 só tivesse o 2º turno o Vitória estaria rebaixado é o mesmo que o torcedor do Vila Nova (segundista é tudo igual em qualquer lugar...) dizer que se o mesmo campeonato só tivesse o 1º turno o Goiás estaria rebaixado, ou seja, não diz nada... Ou então uma piada melhor: se o campeonato baiano de 2008 fosse por pontos corridos o Bahia tinha sido campeão...

Meus queridos amigos, como diz Arnaldo César Coelho, a regra é clara. O Campeonato Brasileiro tem 38 rodadas e cada jogo vale os mesmos 03 pontos. Se tiver unha maior, sobe na parede, se não tiver, vai jogar com Campinense e Duque de Caxias. Simples assim.

Não vou traçar maiores comentários acerca do fato de dizerem que o plantel do Vitória é limitadíssimo (observem que ele diz limitadíssimo, não é nem limitado!). Quem tem um time como Reinaldo Alagoano e um zagueiro que usa lentes de contato cor de mel que atende pelo nome de Evaldo entende muito mais de elenco limitadíssimo do que eu, então deve estar com a razão... O problema da sombra do despeito é que ela não exige luz para aparecer...

Outra coisa engraçada é a preocupação de quem joga em estádio alugado com a presença de público no estádio dos outros. Se sábado o Vitória tiver 15.000 pessoas para assistir jogo da Elite, ótimo para o Vitória e se no mesmo dia 30.000 pessoas resolveram assistir ao jogo do torneio de acesso, ótimo para o Bahia (que aproveite o dinheiro para pagar suas cozinheiras). Como já dizia aquela poesia gregoriana: “ado, aado, cada um no seu quadrado”.

A torcida rubro-negra que me conhece ou que pelo menos teve a oportunidade de ler o texto publicado neste site domingo à noite sabe que não teço loas a Carpegiani, muito pelo contrário, fui seu crítico mais ferrenho. Todavia, todos nós devemos ter como primeiro compromisso a verdade e é fato que nos 03 últimos jogos PCC parou de inventar e o time vem muito bem, obrigado. Bom para o treinador, melhor para nós rubro-negros. O “salvador da pátria” fica por conta da veia poética do tricolor Rui Carvalho, dom este muito necessário para explicar o Bahia.

Mas em uma coisa eu concordo com o deslocado comentarista tricolor ao falar do Leão. O Vitória não pode agora se regozijar do que já fez, pois o principal ainda estar por ser feito. O osso já foi roído e agora é hora de traçar o filé. Temos Botafogo e Santo André no Santuário, seguidamente, e nenhum resultado que não seja a Vitória saciará a exigente torcida rubro-negra.

Finalizo recomendando aos incautos tricolores que se preocupam com a saga do Leão na Elite que procurem um oncologista, pois dor de cotovelo, apesar de parecer coisa de ortopedia, é um câncer e pode matar.

André Dantas (Snowman)

Democracia só pra lá de 2018

Os colegas tricolores do site Sempre Bahia noticiaram que na Itapoan FM na entrevista de Marcelo Guimarães Filho confirmou-se as ressalvas feitas pela oposição de renovação dos conselheiros somente em 1/3 de seus componentes de 3 em 3 anos.

É, sem dúvida, uma fórmula de Estatuto muito tímida. As mudanças consequentemente não ocorrerão mais no ritmo que a maioria da torcida gostaria. Foi feita uma opção parecida com o sindicato dos músicos, segundo o torcedor João Bani, em que numa fórmula conservadora os membros do conselho dos músicos optaram pela concentração do poder em poucas pessoas, um poder sempre corporativista. Desse modo no Bahia, como as coisas estão, só podemos falar em renovação do conselho em 2018.

A "democracia" no Bahia terá um filtro para preservar a instituição ao prevêr carência de 36 meses de associado e ainda a exigência que o candidato faça parte do conselheiro, somadas a isso temos, com a confirmação do Presidente, que além desses filtros teremos ainda só duas chapas eleitas pelos conselheiros, com a exclusão das demais, para só então o sócios votarem entre as duas chapas. A renovação do conselho se fará sempre em 1/3 de três em três anos, o que de acordo com essa sistemática em 2011 poderemos ter ainda uma eleição fictícia em que os situacionistas colocarão duas chapas formadas provavelmente por situacionista para os sócios ratificarem.


Confirmado, então, o que já esbocei aqui mesmo ao mostrar meu inconformismo com as meias verdades que foram ditas até ontem de que teríamos eleições diretas em 2011. As eleições de 2011 não represertarão a vontade dos sócios, pois os conselheiros que hoje estão sentados nas cadeiras tricolores, que deveriam ser mais ativos, são compostas por parentes, apaniguados e amigos dos "eternos" donos do Bahia. O cidadão que se associou e torce pelo seu clube terá que esperar pelo menos até 2017 para ver ainda um embate entre oposição e situação nas urnas

Marcelinho é mais um dirigente vaselina

Quando tomei conhecimento da contratação de Paulo Carneiro pelo Bahia, diferentemente da maioria vibrei de satisfação, não por conta dessa excelência toda que se fala, sobre a sua competência de gestor, claro, dela já tinha conhecimento afinal, trabalhei numa mesma empresa que ele e embora estivéssemos em divisões diferentes, já ali, sabia de sua garra e competência, independentemente se o mesmo torcia pelo Bahia ou Vitória.

Vibrei pelo estilo forte que Paulo representa, sem meias palavras sempre soube se impor e isso foi de grande valia para o Vitória à época, a torcida do Bahia esperava que esse perfil fosse também transferido para o Bahia, carente disso. Nunca que o Bahia teve alguém com tanta pegada, coisa que reclamo no tricolor há muito tempo, por ser um Clube sempre afeito aos estilos vaselinas como foi à vida toda Maracajá e Ruy Acioli e como agora Marcelinho está se revelando.


Ontem à noite (15) escutei a Itapoan e fiquei decepcionado com Marcelinho, não pelas questões estatutárias, acho até que suas respostas satisfizeram a todos e particularmente acredito que o melhor foi feito, não entendo melhor avanço nessa questão, mas sua simples participações sem uma firmeza menos política e mais forte nas cascas de bananas que Bocão insistentemente queria impor para confundir a torcida do tricolor, bem que merecia um basta no ar, de forma a impor sua condição de Presidente da nação esportiva mais representativa do Norte Nordeste. Bem que ele poderia incorporar os exemplos de Paulo Carneiro, por isso eles estão doidos para vê-los pelas costas. Marcelinho é mais um vaselina. Infelizmente vamos continuar carente desse centro-avante.

Bahia continua na luta para trazer o camisa 10

A saga do Bahia em busca de um camisa 10 pode chegar a um capítulo final ainda esta semana. Como a tentativa de trazer o meia Luciano Henrique, do Sport, não deu certo, o tricolor espera agora ter mais sorte em busca de sua segunda opção, ao negociar com Leandro Bonfim.

O jogador, revelado nas categorias de base do Vitória, rescindiu contrato recentemente com o Fluminense, do Rio de Janeiro e, se depender da vontade da diretoria do Bahia, a contratação será fechada nos próximos dias para que ele possa se integrar ao grupo e ficar à disposição do treinador Alexandre Gallo para a partida contra o Ipatinga, no próximo sábado, dia 20 de junho, em Pituaçu. Negociado com 18 anos para o PSV Eindhoven, da Holanda, em 2002, o meia também acumula passagens pelo Porto e Nacional, de Portugal, Cruzeiro, São Paulo, Palmeiras e Vasco.

No Fluminense, onde estava desde o início do ano, disputou 12 jogos, em pouco mais de quatro meses - período no qual fez um gol e sofreu muitas lesões. A expectativa é de que contratação dê um novo fôlego ao setor de meio-campo do clube, que está deficiente. Ontem, depois de um fim de semana de folga, o elenco do Bahia se reapresentou, no Fazendão, para iniciar a semana de treinos, visando à partida contra o Ipatinga, no próximo sábado. O técnico Alexandre Gallo poderá contar com todos os jogadores à sua disposição para o jogo. Com informações da Tribuna Online

segunda-feira, 15 de junho de 2009

deus grego ou pierrot de carnaval

O Vitória empatou com a forte equipe do Internacional de Porto Alegre, de fato uma das principais concorrentes ao titulo nacional de 2009, time cantado em versos e prosas, principalmente depois de sérias transformações estatutárias, quando a partir daí atraiu, já quase, 100 mil sócios que lhes garante receita antecipada e formação de bons Times, sempre.

O momento rubro negro é muito bom, de fato, mas não vemos ainda o porquê de tanta euforia, talvez o fato da instabilidade do Bahia seja o diferencial mais notado e por isso tanta festa. Se o Internacional tivesse levado a campo o seu Time principal e a vontade que pretende levar noutros confrontos mais prioritários que estão por vir, aí sim, poderiam se regozijar a turma rubra negra por conta de, desde logo, ter um parâmetro positivo nesta partida da Beira Rio, aliviando as pressões, que queiram ou não, pairam sobre todos os nordestinos, que é o retorno a Série B.

Não resta dúvida que estar em 4º colocado numa competição tão competitiva, mesmo tendo enfrentado Sport, Grêmio, Internacional e Palmeiras em outros momentos, quando por força das circunstâncias estiveram com seus pensamentos voltados para outros horizontes. De qualquer forma foi uma boa e essa gordurinha acumulada pode ser de grande valia, como foi em 2008, época que as mesmas circunstâncias se repetiram e foi justamente por isso que o Vitória safou-se de situação vexatória, pois que, se considerado apenas o segundo turno, do brasileirão de 2008, por exemplo, estaria o rubro negro hoje, fazendo companhia ao Bahia na Série B. Dessa vez, o rubro negro baiano, mostrando que aprendeu a lição, vai desde logo, novamente tentando o mesmo expediente, aproveitar essas circunstâncias desmesuráveis iniciais, por isso, merece os parabéns, mas só por isso, pois que, nota-se nitidamente que o seu plantel é limitadíssimo de novo.

Próximo sábado é mais uma oportunidade, e talvez a primeira de fato, que a equipe rubro negra tem para se firmar na competição. Nessas duas rodadas seguintes, vai enfrentar dois Times que muito bem tem vaga na segundona, De fato agora é a circunstância que permite avaliar se pelo menos o Vitória tem time confiável pra seguir sem sobressaltos daqui pra frente, já que Botafogo e Santo André, embora estejam também na Série A, não são do mesmo nível do Internacional que o rubro negro empatou, mas se encontram devidamente encaixados na competição, diferentemente dos outros recém enfrentados.

Esse jogo de sábado contra o Botafogo, será também a oportunidade que o Vitória terá de mostrar sua força na bilheteria, pois que, mesmo com a tão boa colocação que vem ostentando no Brasileirão, quando já iniciou ganhando fora de casa, não justifica tão pífias presenças de público, uma das piores do Brasil, só superando quatro ou cinco Times.

Por tudo isso, a melhor recomendação para a galera de Canabrava é cautela, muita cautela e apoio ao Time nestas duas próximas rodadas, para garantir um segundo turno menos turbulento, como fora em 2008. De qualquer forma definir se o Vitória é um deus grego ou pierrot de carnaval, quem vai decidir é o tempo.

Essa euforia que tomou conta da imprensa baiana e da torcida do Leão da Barra, de repente Carpegiani passou a ser ovacionado, é prematura, mas vale a comemoração. Essa euforia que tomou conta de toda a imprensa e invadiu o futebolbahiano.com nos comentário do excelente texto de Snowman - de repente o Técnico Carpegiani é ovacionado como o salvador da pátria. Matérias jornalísticas e ou fetichistas, pois que a adoração é inerente ao ser humano desde tempos imemoriais, mas, no entanto, precisa ser regrada de razão para que esse adorar não se transforme num fetiche e rume à fantasia, à idéia de milagre que em tempos de Guerra, Fome e Crise Econômica torna-se difícil de ser realizado, espocam nos sites ligados ao Vitória principalmente - com muito confete e purpurina e, às vezes, me pergunto se não vivemos um carnaval grego e Jorginho Sampaio não se trata de um deus mitológico ou até um rei momo.

Mas, se deus gregos ou Pierrot do carnaval, quem vai decidir é o tempo. O que assusta hoje é a glamorização toda sobre um inicio de competitividade duvidosa. Mas, se não vale todo o confete sobre o Vitória, vale ao menos o primeiro passo, cauteloso e seguro, para que consiga construir algo melhor do que existe hoje, tantos anos na berlinda de um título mais significativo.

Resultados da 4ª rodada do campeonato baiano 2ª divisão

Quatro partidas movimentaram a 4ª rodada do Campeonato Baiano de Futebol Profissional 2ª Divisão Edição 2009.

Confira os resultados:
Galícia 0x0 Juazeiro
Juazeirense 1x0 Camaçariense
Bahia de Feira 1x0 Serrano
Guanambí 2x0 Astro

Nada demais

Fico surpreso com a surpresa que alguns estão passando com a campanha do Vitória. Não é nada demais. Está de acordo com o time que tem. Está dentro do planejado.

O maior problema que o Vitória tinha e que o impediu de ir às finais da Copa do Brasil era a insistência de Carpegiani de transformar pau em pedra, água em vinho e cuspe em mel, como já dizia Raul Seixas... Solucionado esse problema o melhor futebol do Nordeste reapareceu naturalmente.

Uma defesa que se dá ao luxo de ter Anderson Martins e Wallace protegidos por Vanderson e Uélliton só poderia ser mesmo a 2ª melhor do Brasileiro. Qual a surpresa?

PCC percebeu que o Vitória não tem velocidade suficiente para fazer aquele jogo frouxo de ficar todo atrás e sair nos contra-ataques fora de casa. Então o jeito é “cair pra dentro” de qualquer adversário em qualquer lugar e obrigar os caras a jogarem melhor que o Vitória. Como isso não é fácil, os resultados aparecem como Binha em programa de rádio, ou seja, toda hora.

Tenho o prazer de assistir a todos os jogos da Série A que a coincidência de horários permite. Já vi todos os 20 times atuando e não vi nada especial em relação ao Vitória. Muito pelo contrário, vejo um Vitória superior à maioria deles.

É claro que o Vitória tem deficiências. Ver Adriano “atuar” dá vontade de pegar minhas chuteiras penduradas, calçá-las e dizer a Adriano: “Olha e aprende, menino.”

Roger também não é nenhum Thierry Henry, mas não é uma piada pronta como Adriano.

Não é à toa que o Vitória tem um dos ataques menos “brocadores” da divisão de Elite. Sendo que a fase do chupa molho acabou hoje (esses 06 primeiros adversários foram uma mini Libertadores). Os dois próximos jogos são contra o triste Botafogo e o Santo André no Barradão, o mais puro filé mignon doido para catapultar o ataque rubro-negro.

Outro problema é a falta de suplentes na meia. Leandro Domingues vem gastando a bola, mas na eventualidade dele não poder apresentar seu show dominical quem vai substituí-lo de maneira minimamente decente? Ramon? Faz-me rir...

Mas hoje não é dia para dar Ibope para os problemas, até porque as soluções não são coisa de outro mundo.

Agora é hora de curtir mais uma semana de alegria e tranqüilidade. Terça-feira já tem Série B, hora de ver que nem tudo no futebol é qualidade... Internacional 0x0 Vitória. Resultado normal entre dois dos melhores times do Brasil.

André Dantas (Snowman)

É com muito orgulho e satisfação que recebemos nosso André aqui no Blog. Pelejamos para encontrar um verdadeiro rubro-negro puro sangue. Mas encontramos na pessoa de André a confiança e a vontade de fazer uma coluna sobre o seu querido E.C.Vitória. Afinal, já tava mesmo na hora, porque eram 4 tricolores no blog, faltava um contra-ponto e um visão sobre os acontecimentos do Vitória a partir de um torcedor rubro-negro, sobretudo.

domingo, 14 de junho de 2009

Domingo de folga no Bahia é tempo “extra” para análise

A seis dias do duelo contra o Ipatinga, em Pituaçu, os jogadores do Bahia ganharam o domingo de folga. Oportunidade a mais para o técnico Alexandre Gallo analisar o desempenho da equipe no Brasileiro da Série B. Até agora, o clube soma 10 pontos. Frutos de três triunfos, um empate e duas derrotas.

E a última por sinal, 3 a 0 diante do Brasiliense, revelou o que o torcedor tricolor teme: a inconstância do setor defensivo. Sem levar gols a quase 300 minutos, o goleiro Marcelo teve de forma melancólica sua marca pessoal superada.
Até então, o time exibia a melhor defesa da Segundona, com apenas dois gols sofridos. Agora, já soma cinco. Contra o time mineiro, o treinador paulista terá que pedir atenção redobrada à dupla de zaga titular: Nem e Evaldo. Este último substitui o zagueiro Alison, que tem retorno previsto para o mês de setembro – o jogador que era um das referências do time, recupera-se do rompimento do ligamento anterior cruzado do joelho direito, lesão sofrida no estadual.

O Ipatinga está entre os times que possuem ataques mais positivos da Série B. Em seis jogos balançou as redes dos adversários 12 vezes. Média de dois gols a cada partida. Na tabela, soma o mesmo número de pontos que o Tricolor, com a vantagem no número de gols pró.

As observações de Gallo deverão ser colocadas em prática nesta segunda, quando os jogadores retornam às atividades no Fazendão. Alguns terão inclusive uma preocupação a mais, além do duelo contra o Ipatinga. Isto porque a confusão generalizada no final do Ba-Vi que decidiu o Estadual ainda rende. Redação do Jornal A Tarde

Concordo plenamente, o Bahia acertou nesta iniciativa de dar folga ao elenco, adiantando-se ao período junino quando deverá estar em atividade, até porque o descanso para o caso é parte do trabalho e certamento, mesmo a galera cumendo água, será positiva, principalmente para desanuviar-se da recente pancada.

Acredito que é o momento de Gallo repensar suas posições principalmente nestas últimas experiências. É hora de recuperar a auto estima de alguns dos jogadores que foram sacados, como, Léo Medeiros e Beto.

A próxima partida contra o Ipatinga será uma das mais importantes para o Bahia na sequência dessa competição, até porque, o Ipatinga no momento, é concorrente direto e precisa ser eliminado dessa condição. Ao que parece, sua posição atual é transitória, não vai ter competência para se segurar nesse grupo, razão maior ainda para ser batido logo.

Vitória quebra sequência de 20 triunfos do Internacional

O Vitória confirmou a boa fase ao quebrar uma sequência de 20 triunfos consecutivos do Internacional como mandante. Com o empate por 0 a 0, o primeiro da equipe no Brasileirão, o Vitória caiu uma posição, mas segue no G-4, agora com 10 pontos, no quarto lugar, com um ponto a menos que o Palmeiras.

A última e única vez na temporada 2009 que o Internacional havia deixado o gramado do Beira-Rio sem os três pontos antes deste domingo foi no dia 20 de janeiro, quando empatou com o Santa Cruz, por 0 a 0, em partida válida pela rodada de abertura do Campeonato Gaúcho.

Desde então, o Inter havia derrotado todos os 19 adversários que teve pela frente em seu estádio e ainda venceu outra disputada no Estádio do Vale, contra o Avenida.

Mesmo com time misto, como na noite deste domingo, o Internacional não tomou conhecimento dos visitantes, como fez com o Palmeiras, quando poupou a maioria dos titulares para as semifinal da Copa do Brasil, contra o Flamengo, e venceu por 2 a 0. A última derrota do Internacional no Beira-Rio ocorreu no dia 23 de novembro de 2008, quando a equipe foi derrotada por 2 a 0 pelo Fluminense, pelo Brasileirão de 2008. Com informações do UOL

Brasileirão tem novo lider

A sexta rodada do Campeonato Brasileiro foi encerrada neste domingo, com sete jogos. O Atlético-MG assumiu a liderança ao atropelar o Náutico. O time ainda contou com o tropeço do Internacional. O Flamengo levou uma surra em Curitiba, enquanto o Palmeiras entrou no G4. Já o Barueri venceu a primeira. O vitória ocupa agora a 4º colocação

Confira a classificação aqui

Confira a 6ª rodada do Brasileirão:
Palmeiras 3 x 1 Cruzeiro
Barueri 3 x 1 Avaí
Coritiba 5 x 0 Flamengo
Fluminense 0 x 0 Grêmio
Goiás 0 x 0 Corinthians
Atlético-MG 3 x 0 Náutico

São Paulo 1 x 1 Santo André

Sport 0 x 1 Atlético-PR
Botafogo 2 x 0 Santos

Veja o bom empate rubro-negro

 

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